medico de branco
o mesmo medico de merda
merda branda
me tira me poe
de mim em mim
em mim de mim
e hoje
sem mim nele
me tira de tudo
nao livre
nao me deixa viver minha vida
pois palavra de medico
entre palavras de mãe e padre
fico com a de mãe
mas ouvidos de mãe
escuta coraçao de medico
escuta cabeça de padre
escuta medo de medico
escuta culpa de padre
entre medo e culpa
de medico de quem?
de mae?
entre amor e rédeas
prefiro
a dança do cavalo livre
o choro do domador nu
em cima do cavalo nu livre
mas dono do domador
chorando crina de cavalo
domando sua liberdade
na livre dança
de paloma de cavalo
domingo, 9 de dezembro de 2007
sábado, 8 de dezembro de 2007
Tenho Medo
Entre bichos e plantas
Mudas de ar
Mudo de ar
Tenho medo
Entre dores e amores
Entre os que sabem
Entre os que dizem
Os que sabem
Entre não sabores
E saberes
Entre não saberes
Me pergnto
Até onde vou só eu?
Meu infinito ser só eu?
Em ti
Em mim
Em Deus
Na mãe, pai, filhos
Entre o traço oblíquio e fino
Da genética extensa e doce
Rouco de gritar
Vozes que não se escutam
Do universo
De dentro
De fora
Para dentro
Para fora
Em, com, quem?
E mais algo de mim sai voando.....
....como passarinho de Quintana
Entre bichos e plantas
Mudas de ar
Mudo de ar
Tenho medo
Entre dores e amores
Entre os que sabem
Entre os que dizem
Os que sabem
Entre não sabores
E saberes
Entre não saberes
Me pergnto
Até onde vou só eu?
Meu infinito ser só eu?
Em ti
Em mim
Em Deus
Na mãe, pai, filhos
Entre o traço oblíquio e fino
Da genética extensa e doce
Rouco de gritar
Vozes que não se escutam
Do universo
De dentro
De fora
Para dentro
Para fora
Em, com, quem?
E mais algo de mim sai voando.....
....como passarinho de Quintana
sábado, 24 de novembro de 2007
Lila
Roja como sangre
Azul como beso de rio dulce
En salado mar
Fuerza divina
Haz de mis oidos
Leche de cabra
Miel de lloro de llorona
La lluvia
Que hace
De mi rio
Un rio
Es el misma agua
Que hace carino
Que besa
El lecho
De la mar
Las olas
Me dan beso
Con carino
Y me hace arena
Y me hace perola
Y me hace mar
Como manteguillna fresca
Besando la palma
De pan dulce
Bañado de espumas
De olas
De alas
Cansadas
Mojadas
Quitan la arena
De mis pocos caminos
Que beso con mis pies
El corazon de mi amor
Beso en su corazon de fina flor de trigo
Caminos de rosa
Ojos de ganso
Blanco como nube
De nino verde
Dinujado de chili
Y erva mate
Roja como sangre
Azul como beso de rio dulce
En salado mar
Fuerza divina
Haz de mis oidos
Leche de cabra
Miel de lloro de llorona
La lluvia
Que hace
De mi rio
Un rio
Es el misma agua
Que hace carino
Que besa
El lecho
De la mar
Las olas
Me dan beso
Con carino
Y me hace arena
Y me hace perola
Y me hace mar
Como manteguillna fresca
Besando la palma
De pan dulce
Bañado de espumas
De olas
De alas
Cansadas
Mojadas
Quitan la arena
De mis pocos caminos
Que beso con mis pies
El corazon de mi amor
Beso en su corazon de fina flor de trigo
Caminos de rosa
Ojos de ganso
Blanco como nube
De nino verde
Dinujado de chili
Y erva mate
marco diz:
vc esta tendo "visões"?
marco diz:
ver é muito pouco
marco diz:
tou tendo cheiros hehehe
marco diz:
melhor assim hehe
eder alencar diz:
hahahaha
marco diz:
olha lapa do meu nariz
marco diz:
nao me deixa ver
marco diz:
hehehe
eder alencar diz:
vc é uma "grande" pessoa
marco diz:
grande na nossa pequinez
marco diz:
para ser tudo na vida
marco diz:
é preciso sentir-se nada
marco diz:
e sentir nada
marco diz:
copo vazio
marco diz:
mar sem agua
marco diz:
veia sem sangue
marco diz:
pulmao sem ar
marco diz:
ventre sem filho
marco diz:
pele sem pelo
marco diz:
musica sem som
marco diz:
vaca sem leite
marco diz:
formiga sem folha
marco diz:
beijo seco
marco diz:
mente vazia
vc esta tendo "visões"?
marco diz:
ver é muito pouco
marco diz:
tou tendo cheiros hehehe
marco diz:
melhor assim hehe
eder alencar diz:
hahahaha
marco diz:
olha lapa do meu nariz
marco diz:
nao me deixa ver
marco diz:
hehehe
eder alencar diz:
vc é uma "grande" pessoa
marco diz:
grande na nossa pequinez
marco diz:
para ser tudo na vida
marco diz:
é preciso sentir-se nada
marco diz:
e sentir nada
marco diz:
copo vazio
marco diz:
mar sem agua
marco diz:
veia sem sangue
marco diz:
pulmao sem ar
marco diz:
ventre sem filho
marco diz:
pele sem pelo
marco diz:
musica sem som
marco diz:
vaca sem leite
marco diz:
formiga sem folha
marco diz:
beijo seco
marco diz:
mente vazia
marco diz:
com paozinho
marco diz:
e manteiguinha
marco diz:
cafezinho e leitinho
marco diz:
bençao divino
marco diz:
olhos de jacara
marco diz:
papas de ganso
marco diz:
papo seu traço
marco diz:
sem linha do tempo
marco diz:
horizonte
marco diz:
sem ponto de fuga
marco diz:
fujo na tua mao
marco diz:
e desenho de antemao
marco diz:
seu beijo no vento
marco diz:
es desenho de ostra
marco diz:
seio de mulher
marco diz:
ventre de moça
marco diz:
seu bosta
marco diz:
sua jossa
marco diz:
venha fazer arte
marco diz:
artitetura
marco diz:
na ternura do seu verso
marco diz:
faço meu caminho
marco diz:
no olhar do seu braço
marco diz:
deito no leito
marco diz:
da sua amizade
marco diz:
joia preciosa
marco diz:
entre rios e mares
marco diz:
entre areia de praia
marco diz:
deposito seus pés
marco diz:
onde descança sua cabeça
marco diz:
e seu destino
com paozinho
marco diz:
e manteiguinha
marco diz:
cafezinho e leitinho
marco diz:
bençao divino
marco diz:
olhos de jacara
marco diz:
papas de ganso
marco diz:
papo seu traço
marco diz:
sem linha do tempo
marco diz:
horizonte
marco diz:
sem ponto de fuga
marco diz:
fujo na tua mao
marco diz:
e desenho de antemao
marco diz:
seu beijo no vento
marco diz:
es desenho de ostra
marco diz:
seio de mulher
marco diz:
ventre de moça
marco diz:
seu bosta
marco diz:
sua jossa
marco diz:
venha fazer arte
marco diz:
artitetura
marco diz:
na ternura do seu verso
marco diz:
faço meu caminho
marco diz:
no olhar do seu braço
marco diz:
deito no leito
marco diz:
da sua amizade
marco diz:
joia preciosa
marco diz:
entre rios e mares
marco diz:
entre areia de praia
marco diz:
deposito seus pés
marco diz:
onde descança sua cabeça
marco diz:
e seu destino
domingo, 11 de novembro de 2007
Vida lida e escrita.
A vida, como os pontos nas frases, entre palavras, entre pausas e freadas, a vida é feita, de marcas que obviamente, nos marcam.
Quantos pontos finais nos impedem de seguir, nos empurram em quedas livres, abismos profundos.
Quantas vírgulas nos param, nos colocam para pensar e refletir.
No descanso sereno e manso da vida.
Quantos dois pontos nos fazem compreender o que vem a seguir.
As exclamações que explodem com o barulho elevado da nossa exagerada vida.
Perguntas com ou sem respostas, verdadeiras e falsas, depois de exclamações desconcertantes.
Acentos marcam ritmo.
Sintonizam as intenções que damos para a vida.
Nos mostram quando falar mais alto e nos calam, como os “hagás” mudos.
E nessa vida, palavras ainda não ditas. Livros vazios. Livros cheios.
Algumas páginas ainda, que queremos apagar.
Páginas que relemos para entender. Reviver.
É comum ceitarmos nossas cabeças em páginas velhas e sem novidades.
Atrás de novidades antigas que não virão mais.
Tentando reescrever com a mesma tinta azeda as páginas brancas que, como essa tela, eu preencho sem cessar.
E sem falar das páginas que ainda não existem.
Desse livro de assunto infinito, que vez ou outra, deixamos abertos para que outros escrevam em nossa pele seu livro lindo modo de viver.
Ou para que leiam em nossas veias os caminhos dos nossos doces rios vermelhos. E convivemos com as personagens da nossa biografia.Vasta e intensa.
Preciosas, nossas páginas é areia, de onde se faz ostra.
E saboreamos nossa passada divina, dentro do nosso mundo interior, escrevendo com o corpo quem somos.
Escrevendo no espaço ar nosso canto, em forma de conto.
E nosso pequeno simples livro é apenas uma personagem inútil.
Dentro do grande livro.
A Bíblia sagrada da vida. Leitura diária.
Escrita com nossa própria alma. Com as pegadas de nossa dança.
Com o sangue de Deus em pele de Cristo.
Para cada página virada, um beijo divino.
Mas a vida, meu amor, a vida é preciosa demais para ser escrita em livro.
Páginas desencontradas, dormidas na dor.
Distantes, esquecidas e mortas.
Numeradas com as horas do tempo.
A vida é escrita em pergaminho, meu filho.
Escrita com sopro divino entre barro, beijo e palavras.
Pergaminho é página única. Sem saudade, esquecimento e expectativas.
É lembrança, momento vivo, divino.
É oração.
Deixo aqui, então, espaço em branco.
Para quem quiser continuar escrevendo...
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
A vida, como os pontos nas frases, entre palavras, entre pausas e freadas, a vida é feita, de marcas que obviamente, nos marcam.
Quantos pontos finais nos impedem de seguir, nos empurram em quedas livres, abismos profundos.
Quantas vírgulas nos param, nos colocam para pensar e refletir.
No descanso sereno e manso da vida.
Quantos dois pontos nos fazem compreender o que vem a seguir.
As exclamações que explodem com o barulho elevado da nossa exagerada vida.
Perguntas com ou sem respostas, verdadeiras e falsas, depois de exclamações desconcertantes.
Acentos marcam ritmo.
Sintonizam as intenções que damos para a vida.
Nos mostram quando falar mais alto e nos calam, como os “hagás” mudos.
E nessa vida, palavras ainda não ditas. Livros vazios. Livros cheios.
Algumas páginas ainda, que queremos apagar.
Páginas que relemos para entender. Reviver.
É comum ceitarmos nossas cabeças em páginas velhas e sem novidades.
Atrás de novidades antigas que não virão mais.
Tentando reescrever com a mesma tinta azeda as páginas brancas que, como essa tela, eu preencho sem cessar.
E sem falar das páginas que ainda não existem.
Desse livro de assunto infinito, que vez ou outra, deixamos abertos para que outros escrevam em nossa pele seu livro lindo modo de viver.
Ou para que leiam em nossas veias os caminhos dos nossos doces rios vermelhos. E convivemos com as personagens da nossa biografia.Vasta e intensa.
Preciosas, nossas páginas é areia, de onde se faz ostra.
E saboreamos nossa passada divina, dentro do nosso mundo interior, escrevendo com o corpo quem somos.
Escrevendo no espaço ar nosso canto, em forma de conto.
E nosso pequeno simples livro é apenas uma personagem inútil.
Dentro do grande livro.
A Bíblia sagrada da vida. Leitura diária.
Escrita com nossa própria alma. Com as pegadas de nossa dança.
Com o sangue de Deus em pele de Cristo.
Para cada página virada, um beijo divino.
Mas a vida, meu amor, a vida é preciosa demais para ser escrita em livro.
Páginas desencontradas, dormidas na dor.
Distantes, esquecidas e mortas.
Numeradas com as horas do tempo.
A vida é escrita em pergaminho, meu filho.
Escrita com sopro divino entre barro, beijo e palavras.
Pergaminho é página única. Sem saudade, esquecimento e expectativas.
É lembrança, momento vivo, divino.
É oração.
Deixo aqui, então, espaço em branco.
Para quem quiser continuar escrevendo...
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.
.
.
.
.
.
Como lo mio
En los vuestros negros ojos
Como los negros mios
La luna blanca
No he visto yo
En los vuestros negros pelos
Como los negros mios
La leche blanca
No he visto yo
En los vuestros besos rojos
Como los rojos besos mios
La rosa blanca
Entre verdes hojas y espinos
No he visto yo
En los vuestros corazones
Como los rojos viejos sentimentos mios
Su alma blanca
Luz que me ciega
No he visto yo
Como luna nueva negra obscura mia
Como vaca lechera en verde campo
Lejos de los mios negros noches ojos
Lejos de los mios besos cores rojos
Lejos de la voz divino canto rojo
No pudo yo en ti verte
Como paloma blaca entre blanca nube
Como nube en sol
Como sol en alas mariposa
Entre hojas verdes y espinos
Entre espinos de rosa blanca
Entre besos de pica-flor
Que besa la miel de mi corazon
Entre las venas de su alma azul
Entre el aire de su calma palma
Entre sopros de su beso en mi piel
Entre rios de dulces águas
Al besar la miel de la mia mar
Al quedarme acostado
En la piel blanca de su mar
En los vuestros negros ojos
Como los negros mios
La luna blanca
No he visto yo
En los vuestros negros pelos
Como los negros mios
La leche blanca
No he visto yo
En los vuestros besos rojos
Como los rojos besos mios
La rosa blanca
Entre verdes hojas y espinos
No he visto yo
En los vuestros corazones
Como los rojos viejos sentimentos mios
Su alma blanca
Luz que me ciega
No he visto yo
Como luna nueva negra obscura mia
Como vaca lechera en verde campo
Lejos de los mios negros noches ojos
Lejos de los mios besos cores rojos
Lejos de la voz divino canto rojo
No pudo yo en ti verte
Como paloma blaca entre blanca nube
Como nube en sol
Como sol en alas mariposa
Entre hojas verdes y espinos
Entre espinos de rosa blanca
Entre besos de pica-flor
Que besa la miel de mi corazon
Entre las venas de su alma azul
Entre el aire de su calma palma
Entre sopros de su beso en mi piel
Entre rios de dulces águas
Al besar la miel de la mia mar
Al quedarme acostado
En la piel blanca de su mar
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Caminos
Hay los hombres
Los iguales
Que hacen de sus vidas
Cortos caminos
Hechos de rectas
Ay, pero los hombres
No todos son iguales
Unos hacen sus caminos
Paseo lleno de curvas
Entre gustos no hay desgustos
Punto final del camino
Llegada para los iguales
Pausa musical para mi
En aquellos que cantan
Volando por la fumaza simples
De las curvas.
Hay los hombres
Los iguales
Que hacen de sus vidas
Cortos caminos
Hechos de rectas
Ay, pero los hombres
No todos son iguales
Unos hacen sus caminos
Paseo lleno de curvas
Entre gustos no hay desgustos
Punto final del camino
Llegada para los iguales
Pausa musical para mi
En aquellos que cantan
Volando por la fumaza simples
De las curvas.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Velas y homilias, milagros y romerias
Preparo mi alm
Para lo reposo
Em el lecho de la cama
Comido por la noch
Tragado por la luna
Cuspido por las estrelas
En mi aequitectur
Soy capilla
Silencio de simples oracion
Em misa de interior
Mi piel escucha canto
De voz roca y fina de beata
Benzo el altar
Donde comundo el Santo Pan
En reza de mi verso
Bendigo palabras
Mis rimas
Cântico de mi sueno
Pague las promesas
De mis curas
Dormiendo sueno santo
Entre milagros
Y romerias
Entre velas y homilias
Reposo mi dulce cuerpo
Preparo mi alm
Para lo reposo
Em el lecho de la cama
Comido por la noch
Tragado por la luna
Cuspido por las estrelas
En mi aequitectur
Soy capilla
Silencio de simples oracion
Em misa de interior
Mi piel escucha canto
De voz roca y fina de beata
Benzo el altar
Donde comundo el Santo Pan
En reza de mi verso
Bendigo palabras
Mis rimas
Cântico de mi sueno
Pague las promesas
De mis curas
Dormiendo sueno santo
Entre milagros
Y romerias
Entre velas y homilias
Reposo mi dulce cuerpo
Velas e homilias, milagres e romarias
Preparo minha alma
Para o repouso
No leito da cama
Comido pela noite
Tragado pela lua
Cuspido pelas estrelas
Na minha arquitetura
Sou capela
Silencio de reza simples
Em missa de interior
Minha pele escuta canto
De voz roca e fina de beata
Benzo o altar
Onde comungo o Santo Pão
Na ladainha do meu verso
Bendigo palavras
Minhas rimas
Cântico do meu sono
Pague as promessas
Das minhas curas
Dormindo sonho santo
Entre milagres
E romarias
Entre velas e homilias
Repouso meu corpo
Preparo minha alma
Para o repouso
No leito da cama
Comido pela noite
Tragado pela lua
Cuspido pelas estrelas
Na minha arquitetura
Sou capela
Silencio de reza simples
Em missa de interior
Minha pele escuta canto
De voz roca e fina de beata
Benzo o altar
Onde comungo o Santo Pão
Na ladainha do meu verso
Bendigo palavras
Minhas rimas
Cântico do meu sono
Pague as promessas
Das minhas curas
Dormindo sonho santo
Entre milagres
E romarias
Entre velas e homilias
Repouso meu corpo
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Thaumaturguenses
Thaumaturguenses inocentes do que são
Responsáveis pelo que se tornam
Pobre das mães dos thaumaturguenses
Comidas de terra
A essa hora partes da pele da Terra
Sofrem a mesma dor
Dos rios cheios de latas
Salvem as mães dos thaumaturguenses
A espera da outra parte de sua pele terra
Feita de thaumaturgos
Em terras thaumaturguenses.
Thaumaturguenses inocentes do que são
Responsáveis pelo que se tornam
Pobre das mães dos thaumaturguenses
Comidas de terra
A essa hora partes da pele da Terra
Sofrem a mesma dor
Dos rios cheios de latas
Salvem as mães dos thaumaturguenses
A espera da outra parte de sua pele terra
Feita de thaumaturgos
Em terras thaumaturguenses.
Novo arado
Serei brisa fina
Numa linda manhã
Numa noite sua
Serei brilho
De estrela
Serei cura
Na dor do seu barro
Mãos de cometa
Rasgando as feridas
Do seu corpo
Um nobody starLosernindo
Nos caminhos das suas veias
Na planta lisa da sua pele
Moldando sua terra
Preparando o arado
Da semente niña
Planto vida nova
Do fruto que nasce
Serei pedaço doce
Da folha que sente luz
Serei calor do sol
Na rosa vermelha
Um beijo do beija-flor
Nas minhas mãos
Será você seu dia
No doce
Da clara luz
Do meu beijo
Serei brisa fina
Numa linda manhã
Numa noite sua
Serei brilho
De estrela
Serei cura
Na dor do seu barro
Mãos de cometa
Rasgando as feridas
Do seu corpo
Um nobody starLosernindo
Nos caminhos das suas veias
Na planta lisa da sua pele
Moldando sua terra
Preparando o arado
Da semente niña
Planto vida nova
Do fruto que nasce
Serei pedaço doce
Da folha que sente luz
Serei calor do sol
Na rosa vermelha
Um beijo do beija-flor
Nas minhas mãos
Será você seu dia
No doce
Da clara luz
Do meu beijo
Poesia sem dor
Há que ser seu ser
Para que te conheçam
Há que ser seu ser
Para que em você
Você não se estranhe
Cuide da sua vida
Quando seu ser
Sem avisar aparecer
Que ele apareça em você
Sem ninguém perceber
Na discrição
Da sua alma
No silencio
Na sua calma
Natural sejam seus gestos
Pois, se alguém te perceber
Pode se espantar
Com a raridade do seu ser
Na realidade, seres
São feitos de exageros
Explosão que dói
Dor de despertador
Acorda outros seres
De outros sonhos
Nem todos têm coragem
De se levantar
Da vida mansa
Da boa cama
Da falta de cor
De movimento
Da falta de luz
Seres
São luzes de sol
Ilumina
Desperta
Ser vivo solto no corpo
Dança valsa da vida
Musica de amor
Canta canção da manhã
Escreve poesia
Sem dor
Poesia sin dolor
Poesia sin dolor
Hay que ser tu ser
Para que lo conozcan
Hay que ser tu ser
Para que en vos
No te mires com mala mirada
Cuide de su vida
Cuando su ser
Sin aviso aparecer
Que él aparezca en vos
Sin nadie percebir
En la discrición
De su alma
En lo silencio
De su calma
Natural sean sus gestos
Pues, se alguien te percibir
Puede se espantar
Con la raridad de su ser
En la realidad, seres
Son hechos de exageros
Explosion que duele
Dolor de despertador
Despierta otros seres
De otros suenos
Ni todos tienen coragen
De despertarse
De la vida mansa
De la buena cama
De la falta de color
De la lentitud
De la falta de luz
Seres
Són luzes de sol
Ilumina
Despierta
Ser vivo suelto en el cuerpo
Baila valsa de la vida
Música de amor
Canta canción de la mañana
Escribe poesia
Sin dolor
Há que ser seu ser
Para que te conheçam
Há que ser seu ser
Para que em você
Você não se estranhe
Cuide da sua vida
Quando seu ser
Sem avisar aparecer
Que ele apareça em você
Sem ninguém perceber
Na discrição
Da sua alma
No silencio
Na sua calma
Natural sejam seus gestos
Pois, se alguém te perceber
Pode se espantar
Com a raridade do seu ser
Na realidade, seres
São feitos de exageros
Explosão que dói
Dor de despertador
Acorda outros seres
De outros sonhos
Nem todos têm coragem
De se levantar
Da vida mansa
Da boa cama
Da falta de cor
De movimento
Da falta de luz
Seres
São luzes de sol
Ilumina
Desperta
Ser vivo solto no corpo
Dança valsa da vida
Musica de amor
Canta canção da manhã
Escreve poesia
Sem dor
Poesia sin dolor
Poesia sin dolor
Hay que ser tu ser
Para que lo conozcan
Hay que ser tu ser
Para que en vos
No te mires com mala mirada
Cuide de su vida
Cuando su ser
Sin aviso aparecer
Que él aparezca en vos
Sin nadie percebir
En la discrición
De su alma
En lo silencio
De su calma
Natural sean sus gestos
Pues, se alguien te percibir
Puede se espantar
Con la raridad de su ser
En la realidad, seres
Son hechos de exageros
Explosion que duele
Dolor de despertador
Despierta otros seres
De otros suenos
Ni todos tienen coragen
De despertarse
De la vida mansa
De la buena cama
De la falta de color
De la lentitud
De la falta de luz
Seres
Són luzes de sol
Ilumina
Despierta
Ser vivo suelto en el cuerpo
Baila valsa de la vida
Música de amor
Canta canción de la mañana
Escribe poesia
Sin dolor
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Rio
Se és todo mar
Praia, bundas, sol
Se és todo verde
Céu, Cristo, Maraca
Se és de calçadão
Vinicius, Tom e garota
Se és todo exagero
Música, balanço, imenso
Lindo
Por que rio, estreito, comprido?
Se vasto é seu caminho
Verde seu canto
Grande seu leito
Lindo
Onde desemboca seu rio, meu Rio?
Onde deságua suaxx águaxx?
Riomar
Solto no ar
No mundomar
Vou navegar
No seu amar
Meu verso
Se perde
Na sua beleza
Na sua grandeza
Se acha
Pequeno
Ser gigante
Pra te sentir
Por inteiro
Ser pequeno
Pra te ver
Em Janeiro
Minha energia
Onde o mar nasceu
Onde o céu morreu
Minha alegria
Me enlouqueceu
Estou em você
Como pedra de rio
Esperando passar
Te ver chegar
Pra sempre, meu Rio
Me esperando voltar
Me vendo chegar
Copa, Leblon
Fla, flu, vou botá
Botá pra fudê
Meu Rio,
Eu amo você
No marrio
Me afogar
No meu Rio
Me abandonar
E curtir essa vida que é muito doida!!!
wohoooooooooo!!!
Se és todo mar
Praia, bundas, sol
Se és todo verde
Céu, Cristo, Maraca
Se és de calçadão
Vinicius, Tom e garota
Se és todo exagero
Música, balanço, imenso
Lindo
Por que rio, estreito, comprido?
Se vasto é seu caminho
Verde seu canto
Grande seu leito
Lindo
Onde desemboca seu rio, meu Rio?
Onde deságua suaxx águaxx?
Riomar
Solto no ar
No mundomar
Vou navegar
No seu amar
Meu verso
Se perde
Na sua beleza
Na sua grandeza
Se acha
Pequeno
Ser gigante
Pra te sentir
Por inteiro
Ser pequeno
Pra te ver
Em Janeiro
Minha energia
Onde o mar nasceu
Onde o céu morreu
Minha alegria
Me enlouqueceu
Estou em você
Como pedra de rio
Esperando passar
Te ver chegar
Pra sempre, meu Rio
Me esperando voltar
Me vendo chegar
Copa, Leblon
Fla, flu, vou botá
Botá pra fudê
Meu Rio,
Eu amo você
No marrio
Me afogar
No meu Rio
Me abandonar
E curtir essa vida que é muito doida!!!
wohoooooooooo!!!
Aire verde
En su corazon
Imenso ar verde
Que me lleva
Fina vena pura
Rio dibujado
Rasga piel mia
En superfície lisa y mansa
Filtra mi brisa suelta
En la casca seca
De hoja seda
Y se queda parada
Solamente parada
Asi........
Escucha.........
Haz mi pulmon
Imenso aire verde
Y me lleva
Piel mata azul
Em rio pez
Piel virgen
Urucum
Soy desnudo en ti
Tan silencioso
De tan desnudo
En el verde camuflome
En el verde escuchote
En el verde transbordonosDe su piel me hago
En la lluvia que lloras
Bebo tu canto
Lloro tu espanto
Soy aire caliente pesado
En el lento poso de tus ramas
Tus pelos tus rastros
En tu grito
En tu mistério
Soy esta estrofe blanca:
Desnudo en piel de blanco
Parado como alma de indio
Awa'ré awañene kaá uapixana
Abanheém kaburé mbaekwara
Iwa ku'ika ape'kü wapixana
Kaa'pora tiyug xuatê yasaí
En su corazon
Imenso ar verde
Que me lleva
Fina vena pura
Rio dibujado
Rasga piel mia
En superfície lisa y mansa
Filtra mi brisa suelta
En la casca seca
De hoja seda
Y se queda parada
Solamente parada
Asi........
Escucha.........
Haz mi pulmon
Imenso aire verde
Y me lleva
Piel mata azul
Em rio pez
Piel virgen
Urucum
Soy desnudo en ti
Tan silencioso
De tan desnudo
En el verde camuflome
En el verde escuchote
En el verde transbordonosDe su piel me hago
En la lluvia que lloras
Bebo tu canto
Lloro tu espanto
Soy aire caliente pesado
En el lento poso de tus ramas
Tus pelos tus rastros
En tu grito
En tu mistério
Soy esta estrofe blanca:
Desnudo en piel de blanco
Parado como alma de indio
Awa'ré awañene kaá uapixana
Abanheém kaburé mbaekwara
Iwa ku'ika ape'kü wapixana
Kaa'pora tiyug xuatê yasaí
Ar verde
No meu coração
Imenso ar verde
Que me leva
Fina veia pura
Rio desenhado
Rasga pele minha
Em superfície lisa e mansa
Filtra minha brisa solta
Na casca seca
De folha seda
E fica parada
Somente parada
Assim.....
Escuta.....
Faz meu pulmão
Imenso ar verde
E me leva
Pela mata azul
Em rio peixe
Pele virgem
Urucum
Sou pelado em ti
Tão silencioso
De tão pelado
No verde me camuflo
No verde te escuto
No verde me transpordo
Na sua pele
Na chuva que chora
Bebo seu canto
Choro seu espanto
Sou ar quente pesado
No pouso lento dos galhos
Teus cabelos
Teus cílios teus rastros
No seu grito
No seu mistério
Sou essa estrofe:
Pelado como pele de índio
Quieto como alma de índio
Awa'ré awañene kaá uapixana
Abanheém kaburé mbaekwara
iwa ku'ika ape'kü wapixana
Kaa'pora tiyug xuatê yasaí
No meu coração
Imenso ar verde
Que me leva
Fina veia pura
Rio desenhado
Rasga pele minha
Em superfície lisa e mansa
Filtra minha brisa solta
Na casca seca
De folha seda
E fica parada
Somente parada
Assim.....
Escuta.....
Faz meu pulmão
Imenso ar verde
E me leva
Pela mata azul
Em rio peixe
Pele virgem
Urucum
Sou pelado em ti
Tão silencioso
De tão pelado
No verde me camuflo
No verde te escuto
No verde me transpordo
Na sua pele
Na chuva que chora
Bebo seu canto
Choro seu espanto
Sou ar quente pesado
No pouso lento dos galhos
Teus cabelos
Teus cílios teus rastros
No seu grito
No seu mistério
Sou essa estrofe:
Pelado como pele de índio
Quieto como alma de índio
Awa'ré awañene kaá uapixana
Abanheém kaburé mbaekwara
iwa ku'ika ape'kü wapixana
Kaa'pora tiyug xuatê yasaí
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Amor de querer II
Faço carinho no teu cansaço
Com os dedos retiro sua dor
Com meu beijo o meu amor
No meu calor
Sereno amor
(os olhos de sandro
se fecham pela ultima fez
noélia chora devagarinho
limpa algumas pétalas do rosto)
...Te vejo como pássaro
Voando no meu choro
Aparece teu sorriso
Es asa de borboleta
Pétala de margarida...
(olhando para as borboletas que voam
para as pétalas da água
chora um pouco mais
apertando-o com as mãos
com carinho)
Es macio como água de chuva
(olha a água da banheira)
Es manso como água de rio
(olha as ondas da água na banheira)
Es forte como água do mar
(olha a água que ainda cai da pia)
Es doce como fonte que nasce
(olha a água que sai pelo ralo)
E puro como água que renova
(olhos cheios de agua que não caem)
Es eterno como esse choro
Que em mim não está
(mão de sandro desliza
calma e docemente
pelo braço da moça
e cai na água limpa da banheira)
Faço carinho no teu cansaço
Com os dedos retiro sua dor
Com meu beijo o meu amor
No meu calor
Sereno amor
(os olhos de sandro
se fecham pela ultima fez
noélia chora devagarinho
limpa algumas pétalas do rosto)
...Te vejo como pássaro
Voando no meu choro
Aparece teu sorriso
Es asa de borboleta
Pétala de margarida...
(olhando para as borboletas que voam
para as pétalas da água
chora um pouco mais
apertando-o com as mãos
com carinho)
Es macio como água de chuva
(olha a água da banheira)
Es manso como água de rio
(olha as ondas da água na banheira)
Es forte como água do mar
(olha a água que ainda cai da pia)
Es doce como fonte que nasce
(olha a água que sai pelo ralo)
E puro como água que renova
(olhos cheios de agua que não caem)
Es eterno como esse choro
Que em mim não está
(mão de sandro desliza
calma e docemente
pelo braço da moça
e cai na água limpa da banheira)
Abajo de los arboles
Abajo de los arboles
Veo a un amigo
Sentado en su própio ser
Abajo de los arboles
Respirando la vida
Sentiendo su própio mundo
Abajo de los arboles
Aquel que quita arte
De las antiguas manos
Mirando que?
Abajo de los arboles
Lleno de antiguos signos
En sus manos
Abajo de los arboles
Dibuja en el aire
Dibujos de piedra
Abajo de los arboles
Arriba de su ciclo
Lo esperaba
A decir cosas de su fuente
Abajo de los arboles
Cosas de la vida
Cosas de los hombres
Abajo de los arboles
Cosas de otros hombres
Cosas de otra vida
Abajo de los arboles
En el mismo cosmo
Nos encontramos
En el mismo punto
Yo en el mio
El en el suyo
Propagaciones de la energia del sol
Marcas de antiguos hombres
Mistérios en sus panos
Cravados en el alma de la piedra
Deseos, sueños, visiones
Rebelaciones de este mundo
Estan en nuestra piel
Estan en la piel
De nuestras piedras
En la miel
De nuestros recordos
Y mirar su mirage
Abajo de los arboles
Creerte como regalo divino
Presencia divina
Es pararme en el tiempo
Para sentir lo que traz para mi
En las rimas de sus palabras
En la vibracion de sus ojos
En el ritmo de su sonrisa de nino
En su postura de vida
Piedras de vida
Veo en sus gestos
La firmeza del hombre antiguo
En su mirada para no sé donde
En su própio ser
En los seres de las piedras
En su própio ser
En su ser de los panos
Hechos de piedras
Mas leves
Mas mansos
Traiga los gritos de las piedras
Decifre esta belleza
Pone palabras y sentimentos
En estos dibujos guardados
Com amor
Por Dios
Abajo de los arboles
Hagate misterio
Rebela lo inrebelable
Y asi, chico
Lo veo con mucha hermosura
Abajo de los arboles
Abajo de los arboles
Abajo de los arboles.
Abajo de los arboles
Veo a un amigo
Sentado en su própio ser
Abajo de los arboles
Respirando la vida
Sentiendo su própio mundo
Abajo de los arboles
Aquel que quita arte
De las antiguas manos
Mirando que?
Abajo de los arboles
Lleno de antiguos signos
En sus manos
Abajo de los arboles
Dibuja en el aire
Dibujos de piedra
Abajo de los arboles
Arriba de su ciclo
Lo esperaba
A decir cosas de su fuente
Abajo de los arboles
Cosas de la vida
Cosas de los hombres
Abajo de los arboles
Cosas de otros hombres
Cosas de otra vida
Abajo de los arboles
En el mismo cosmo
Nos encontramos
En el mismo punto
Yo en el mio
El en el suyo
Propagaciones de la energia del sol
Marcas de antiguos hombres
Mistérios en sus panos
Cravados en el alma de la piedra
Deseos, sueños, visiones
Rebelaciones de este mundo
Estan en nuestra piel
Estan en la piel
De nuestras piedras
En la miel
De nuestros recordos
Y mirar su mirage
Abajo de los arboles
Creerte como regalo divino
Presencia divina
Es pararme en el tiempo
Para sentir lo que traz para mi
En las rimas de sus palabras
En la vibracion de sus ojos
En el ritmo de su sonrisa de nino
En su postura de vida
Piedras de vida
Veo en sus gestos
La firmeza del hombre antiguo
En su mirada para no sé donde
En su própio ser
En los seres de las piedras
En su própio ser
En su ser de los panos
Hechos de piedras
Mas leves
Mas mansos
Traiga los gritos de las piedras
Decifre esta belleza
Pone palabras y sentimentos
En estos dibujos guardados
Com amor
Por Dios
Abajo de los arboles
Hagate misterio
Rebela lo inrebelable
Y asi, chico
Lo veo con mucha hermosura
Abajo de los arboles
Abajo de los arboles
Abajo de los arboles.
Sucio de barro
Abrazado en la tierra
Envolto en el cielo
Sucio de barro
Lloré lagrimas de vida
Al saber de la color de las estrellas
De lo verde de las hojas
De lo amarillo del sol
De las colores de sus ojos
Al saber del beso del pica-flor
Del sonido de la mar
Del carino de sus águas
Del abrazo de sus olas
Al saber de las alas de la mariposa
De las penas de los pajaros
Del caldal de los pezes
De la mirada de lo gato
Al saber del camino de los rios
De lo camino de sus venas
De los caminos de las hormigas
De los caminos de los vientos
Al saber del las flores de sus campos
Del giro del girasol
Del la rosa de la rosa
Del olor de las orquideas
Y dormi en sus manos
Sueno de broto nuevo
Desde su raiz
Hasta el fin del universo
Abrazado en la tierra
Envolto en el cielo
Sucio de barro
Lloré lagrimas de vida
Al saber de la color de las estrellas
De lo verde de las hojas
De lo amarillo del sol
De las colores de sus ojos
Al saber del beso del pica-flor
Del sonido de la mar
Del carino de sus águas
Del abrazo de sus olas
Al saber de las alas de la mariposa
De las penas de los pajaros
Del caldal de los pezes
De la mirada de lo gato
Al saber del camino de los rios
De lo camino de sus venas
De los caminos de las hormigas
De los caminos de los vientos
Al saber del las flores de sus campos
Del giro del girasol
Del la rosa de la rosa
Del olor de las orquideas
Y dormi en sus manos
Sueno de broto nuevo
Desde su raiz
Hasta el fin del universo
Escuto teu silêncio
Vejo em seu sorriso
A abstração de sua alma
Imagino minhas palavras
Na fonte doce de sua boca
E ao escutá-las
Entendo o que digo eu
A vida em que vivemos
Faz-nos viver de exageros
Assusta-nos em seus mistérios
Percebo agora
Que escrevo eu estes versos
Escutando canção italiana
Falo pouco, sou estranho
Sara o vento
Sara o tempo
Sara o fogo
Só sei que te amo
Diz a canção
Como podemos ser
De poucas palavras?
Não construir
A divina obra
Que é o mundo ?
Feito de palavras
Palavras sopro
Palavras barro
Palavras beijo
Colocar-se mudo diante
Dos mistérios da vida?
Quis te dar um beijo
Escutar o que diz sua fonte
De eterna sabedoria
Mas fiquei contente
Com as palavras
Ditas pelos seus olhos
Colocaram em mim
Um cenário mais cheio
De pássaros e borboletas
Cheiro de flor
E se minhas palavras é exagero
Digo que de exagero já feita
Toda a nossa vida de Deus
Não posso ser, por isso
Discreto, triste
Lâmpada de 40 watts
Sou luz do sol
Exagerada, feliz
Ela me faz ver
Ver em seu sorriso
As águas de sua fonte
A música de sua alma
Escuto o que diz
Diz a valsa
Da italiana mais linda
Que conheço
A única
E danço sem parar
De mãos dadas
Com seu corpo
Feito de barro
Que se desmancha
Na pele do meu mar
E coloca nele peixe e vida
E musica
Ondas de lindas palavras
Com as areias de minha praia
Suas águas me fazem pérolas
E abraço seu mar
E me sinto grande
E alcanço o mundo
E abraço seu mar
E me afogo na sua fonte
Mergulho na pureza
Dos seus olhos
Ponho-me em silencio
Escuto seus mistérios
Escuto seu silencio
Vejo em seu sorriso
A abstração de sua alma
Imagino minhas palavras
Na fonte doce de sua boca
E ao escutá-las
Entendo o que digo eu
A vida em que vivemos
Faz-nos viver de exageros
Assusta-nos em seus mistérios
Percebo agora
Que escrevo eu estes versos
Escutando canção italiana
Falo pouco, sou estranho
Sara o vento
Sara o tempo
Sara o fogo
Só sei que te amo
Diz a canção
Como podemos ser
De poucas palavras?
Não construir
A divina obra
Que é o mundo ?
Feito de palavras
Palavras sopro
Palavras barro
Palavras beijo
Colocar-se mudo diante
Dos mistérios da vida?
Quis te dar um beijo
Escutar o que diz sua fonte
De eterna sabedoria
Mas fiquei contente
Com as palavras
Ditas pelos seus olhos
Colocaram em mim
Um cenário mais cheio
De pássaros e borboletas
Cheiro de flor
E se minhas palavras é exagero
Digo que de exagero já feita
Toda a nossa vida de Deus
Não posso ser, por isso
Discreto, triste
Lâmpada de 40 watts
Sou luz do sol
Exagerada, feliz
Ela me faz ver
Ver em seu sorriso
As águas de sua fonte
A música de sua alma
Escuto o que diz
Diz a valsa
Da italiana mais linda
Que conheço
A única
E danço sem parar
De mãos dadas
Com seu corpo
Feito de barro
Que se desmancha
Na pele do meu mar
E coloca nele peixe e vida
E musica
Ondas de lindas palavras
Com as areias de minha praia
Suas águas me fazem pérolas
E abraço seu mar
E me sinto grande
E alcanço o mundo
E abraço seu mar
E me afogo na sua fonte
Mergulho na pureza
Dos seus olhos
Ponho-me em silencio
Escuto seus mistérios
Escuto seu silencio
Sorriso de Mariana
Sorrindo se faz Mariana
Mariana nos faz sorrindo
Sorriso de Mariana
Alegra dentro
Me leva pra longe
Me leva pra perto
Me leva para fora
Me leva pra dentro
Grande como nuvem
Branco como neve
Longo como rio
Leve como onda
Para ser Mariana
Basta ser sorriso
Sorri seu corpo
Seu sorriso
Sua alma
Seus olhos
Seu rosto
Sorri meu corpo
Seu sorriso
Minha alma
Meus olhos
Meu rosto
E levo seu sorriso
E dou
Para outro
Para outro
Para outro
E de novo
Seu sorriso
Me faz novo
E de novo
Seu sorriso
Me faz bobo
E de bobo
Seu sorriso
Me faz novo
Sorriso de Mariana
Poe na minha cara
Coisa rara
Planta na minha alma
Flor de aurora
Por isso
Seu sorriso
De improviso
Eh luz
Na minha calma
Me faz falta
De dia
De noite
Sorriso de Mariana
De graça
Sorrindo se faz Mariana
Mariana nos faz sorrindo
Sorriso de Mariana
Alegra dentro
Me leva pra longe
Me leva pra perto
Me leva para fora
Me leva pra dentro
Grande como nuvem
Branco como neve
Longo como rio
Leve como onda
Para ser Mariana
Basta ser sorriso
Sorri seu corpo
Seu sorriso
Sua alma
Seus olhos
Seu rosto
Sorri meu corpo
Seu sorriso
Minha alma
Meus olhos
Meu rosto
E levo seu sorriso
E dou
Para outro
Para outro
Para outro
E de novo
Seu sorriso
Me faz novo
E de novo
Seu sorriso
Me faz bobo
E de bobo
Seu sorriso
Me faz novo
Sorriso de Mariana
Poe na minha cara
Coisa rara
Planta na minha alma
Flor de aurora
Por isso
Seu sorriso
De improviso
Eh luz
Na minha calma
Me faz falta
De dia
De noite
Sorriso de Mariana
De graça
Baletistas de almancheia
Era uma vez uma musica de balé
E dois figuras dançantes de balé
Dois baletistas
Conta à lenda que bailavam a vida
E da vida tiravam todos os sons
E bailavam a vida
Baletistas bailam a vida
Dançam a dança das folhas
Dançam a dança das aves
Dançam a dança dos rinocerontes
A dança da chuva, sol, terra, fogo
Mar, rio, córrego e água parada
Dançam a dança
Dança dos homens
Seus braços dançam suas mãos
Suas pernas seus pés
A cintura seus bumbuns
Os olhos os ouvidos
E o nariz as sobrancelhas
E eles dançam a dança dos homens
E viram animais
São loucos de pedra
Fazem rimas com suas pernas
Na partitura das calçadas
Nas notas falsas dos semáforos vermelhos
E a alma voa no corpo dos baletistas
Dança cósmica divina
Deslizando pelos rios de suas doces veias
Transbordando pelo mar puro de seus corpos
Nascendo água nova pela fonte límpida de suas bocas
Ao som da dança da vida
Ao ritmo da dança dos homens
Brincando de bailar a vida
São crianças raras
Alegres a bailar
Tanto ar
Tanto mar
Tanto amar
Era uma vez uma musica de balé
E dois figuras dançantes de balé
Dois baletistas
Conta à lenda que bailavam a vida
E da vida tiravam todos os sons
E bailavam a vida
Baletistas bailam a vida
Dançam a dança das folhas
Dançam a dança das aves
Dançam a dança dos rinocerontes
A dança da chuva, sol, terra, fogo
Mar, rio, córrego e água parada
Dançam a dança
Dança dos homens
Seus braços dançam suas mãos
Suas pernas seus pés
A cintura seus bumbuns
Os olhos os ouvidos
E o nariz as sobrancelhas
E eles dançam a dança dos homens
E viram animais
São loucos de pedra
Fazem rimas com suas pernas
Na partitura das calçadas
Nas notas falsas dos semáforos vermelhos
E a alma voa no corpo dos baletistas
Dança cósmica divina
Deslizando pelos rios de suas doces veias
Transbordando pelo mar puro de seus corpos
Nascendo água nova pela fonte límpida de suas bocas
Ao som da dança da vida
Ao ritmo da dança dos homens
Brincando de bailar a vida
São crianças raras
Alegres a bailar
Tanto ar
Tanto mar
Tanto amar
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Caminho de rocha
Tinha uma rocha ao longo do caminho
Ao longo do caminho tinha uma rocha
Embaixo da rocha um carinho
Tinha um carinho embaixo da rocha
Fiz no caminho casa de rocha
Casa de rocha fiz no caminho
Rocha de forma
Com forma de rocha fiz meu caminho
ao prof. Gladson da Rocha, com muito carinho, saudade, in morian
Tinha uma rocha ao longo do caminho
Ao longo do caminho tinha uma rocha
Embaixo da rocha um carinho
Tinha um carinho embaixo da rocha
Fiz no caminho casa de rocha
Casa de rocha fiz no caminho
Rocha de forma
Com forma de rocha fiz meu caminho
ao prof. Gladson da Rocha, com muito carinho, saudade, in morian
Lo que és que és
El mundo, hijo mio, no es lo que es
Es una naranja gigante
La mar es jugo de naranja
y con la casca
Se hace dientes de vampiro
Las nubes, hijo mio, no es lo que es
Helado disfraçado de algodón dulce
El helado de pistache
Es lo favorito mio
Y volar de avión
Hace derreter la nube
Asi como comer helado
Despacio y en le sol
El sol, hijo mio, no és lo que é
És solamente un vaga-lume grande
Su culo es de huego
El cielo, hijo mio, no es lo que es
Es solo la ropa de la tierra
Cuando viene el arco-íris
Ella está indo al baile
Lo que és que en la vida
És lo que és?
Tu eres lo que eres
Lo que sabes lo que en la vida
És lo que és.
O que é o que é
O mundo, meu filho, não é o que é
É uma laranja gigante
O mar é suco de laranja
E com a casca
Faze-se dentes de vampiro
A nuvem, meu filho, não é o que é
Sorvete disfarçado de algodão doce
O picolé de pistache
É o meu favorito
E voar de avião
Derrete a nuvem
Assim como comer picolé
Devagar e no sol.
O sol, meu filho, não é o que é
É apenas um vaga-lume grande
Sua bunda é de fogo
O céu, meu filho, não é o que é
É só a roupa da Terra
Quando tem arco-íris
Ela está indo para o baile
O que é que na vida
É o que o é?
Você é o que é
Quando sabe o que na vida
É o que é.
El mundo, hijo mio, no es lo que es
Es una naranja gigante
La mar es jugo de naranja
y con la casca
Se hace dientes de vampiro
Las nubes, hijo mio, no es lo que es
Helado disfraçado de algodón dulce
El helado de pistache
Es lo favorito mio
Y volar de avión
Hace derreter la nube
Asi como comer helado
Despacio y en le sol
El sol, hijo mio, no és lo que é
És solamente un vaga-lume grande
Su culo es de huego
El cielo, hijo mio, no es lo que es
Es solo la ropa de la tierra
Cuando viene el arco-íris
Ella está indo al baile
Lo que és que en la vida
És lo que és?
Tu eres lo que eres
Lo que sabes lo que en la vida
És lo que és.
O que é o que é
O mundo, meu filho, não é o que é
É uma laranja gigante
O mar é suco de laranja
E com a casca
Faze-se dentes de vampiro
A nuvem, meu filho, não é o que é
Sorvete disfarçado de algodão doce
O picolé de pistache
É o meu favorito
E voar de avião
Derrete a nuvem
Assim como comer picolé
Devagar e no sol.
O sol, meu filho, não é o que é
É apenas um vaga-lume grande
Sua bunda é de fogo
O céu, meu filho, não é o que é
É só a roupa da Terra
Quando tem arco-íris
Ela está indo para o baile
O que é que na vida
É o que o é?
Você é o que é
Quando sabe o que na vida
É o que é.
Onde dorme o poeta
Escrevendo lembro de vc
Lembro dos dias que escrevia seu livro
Desvairadamente
Escrevo meio que como vc
Somente escrevendo
Palavras sentem por elas mesmo
Quase que sem correção
Corrigir poema é pior que retocar maquiagem
Se nao mantem o mesmo espirito, borra tudo
Escrever poema é sentimento puro
Nao tem jeito
Sentimento puro
O corpo sente dor quando se escreve coisa que nao cabe
O corpo sabge o que é verde
Sentir o corpo e escrever
O corpo escreve, amigo, mais que o coração
O coração é a fonte
o corpo é todo rio
que desemboca no mar da poesia
Palavras são peixes
e da pele do mar
se pode escutar sua musica
sua poesia
Na pele do mar
dorme o poeta.
Poema Surrealista
El elefante
Adentró por debajo de mi puerta
Y yo no estaba
Batió alas y no vueló
Quemó la pared
Con el reflexo del fuego
En el espejo
Batió alas y vueló
Poema Surrealista
O elefante
Entrou por debaixo da minha porta
E eu não estava
Bateu asas e não voou
Queimou a parede
Com o reflexo do fogo
No espelho
Bateu asas e voou
El elefante
Adentró por debajo de mi puerta
Y yo no estaba
Batió alas y no vueló
Quemó la pared
Con el reflexo del fuego
En el espejo
Batió alas y vueló
Poema Surrealista
O elefante
Entrou por debaixo da minha porta
E eu não estava
Bateu asas e não voou
Queimou a parede
Com o reflexo do fogo
No espelho
Bateu asas e voou
Amigo
Simplesmente um grande amigo
Dos bons
Dos melhores
Dos grandes
Dos mais sensíveis
Daqueles que gostam de escutar
Daqueles que sabem o que falar
Solucionatico em suas filosofaciones
Estar contigo
É sentir que a vida é poesia
Urbanista
Pensa o conjunto, o todo, o coletivo
Viajeiro
Pensa o mundo todo coletivo
Sua conversa
Me tira todas as palavras
Nunca ditas
E malditas
Meu coração tem voz
Com sua presença
Meu vôo voa
Meu amigo mais perto
Meu amigo mais amigo
Meu wayqui querido
Me fala do que do falas
È sempre bom
Palavras novas
Benditas
Sua voz pouco sei
Sua voz pra mim são textos
Leio-te escutando-te
E te vejo pelas suas palavras
È bonito em suas palavras
Você pra mim é saudade
Sua imagem é saudade
Saudade de quem nunca vi
Saudade de quem pouco vi
Como diz um outro amigo
“Amigo é presente de Deus”
Na urbanidade da sua alma
Nas suas ruas e praças
Caminhando entre suas palavras
Ditas
Malditas
Benditas
Nos vemos sem se ver
Nos encontramos sem nos encontrar
Wayquianamente nos falamos sem nos falar.
Amigo
Simplesmente un gran amigo
De los buenos
De los mejores
De los grandes
De los más sencillos
De aquellos que lê gustan escuchar
De aquellos que saben lo que hablar
Solucionatico em suyas filosofaciones
Estar contigo
É sentir que a vida é poesia
Urbanista
Piensa lo conjunto, lo todo, lo colectivo
Viajero
Piensa el mundo todo colectivo
Su conversacion
Me quita las palabras
Nunca dichas
Y malditas
Mi corazón tiene voz
Con su presencia
Mi vuelo vuela
Mi amigo más cerca
Mi amigo más amigo
Mi wayqui querido
Me habla de que de hablas
És siempre bueno
Palabras nuevas
Benditas
De su voz poco sé
Su voz para mi són textos
Leyote escuchandote
Y te veo por las suyas palabras
És bonito en sus palabras
Vos para mi es extrañesa
Su imagen es extrañesa
Extrañesa de quien poço vi
Extrañesa de quien nunca vi
Tiene ojos que nos miran com extrañesa
Como dice un outro amigo
“Amigo es regalo de Dios”
En la urbanidad de su alma
En suyas calles y plazas
Caminando entre sus palabras
Dichas
Malditas
Benditas
Simplesmente um grande amigo
Dos bons
Dos melhores
Dos grandes
Dos mais sensíveis
Daqueles que gostam de escutar
Daqueles que sabem o que falar
Solucionatico em suas filosofaciones
Estar contigo
É sentir que a vida é poesia
Urbanista
Pensa o conjunto, o todo, o coletivo
Viajeiro
Pensa o mundo todo coletivo
Sua conversa
Me tira todas as palavras
Nunca ditas
E malditas
Meu coração tem voz
Com sua presença
Meu vôo voa
Meu amigo mais perto
Meu amigo mais amigo
Meu wayqui querido
Me fala do que do falas
È sempre bom
Palavras novas
Benditas
Sua voz pouco sei
Sua voz pra mim são textos
Leio-te escutando-te
E te vejo pelas suas palavras
È bonito em suas palavras
Você pra mim é saudade
Sua imagem é saudade
Saudade de quem nunca vi
Saudade de quem pouco vi
Como diz um outro amigo
“Amigo é presente de Deus”
Na urbanidade da sua alma
Nas suas ruas e praças
Caminhando entre suas palavras
Ditas
Malditas
Benditas
Nos vemos sem se ver
Nos encontramos sem nos encontrar
Wayquianamente nos falamos sem nos falar.
Amigo
Simplesmente un gran amigo
De los buenos
De los mejores
De los grandes
De los más sencillos
De aquellos que lê gustan escuchar
De aquellos que saben lo que hablar
Solucionatico em suyas filosofaciones
Estar contigo
É sentir que a vida é poesia
Urbanista
Piensa lo conjunto, lo todo, lo colectivo
Viajero
Piensa el mundo todo colectivo
Su conversacion
Me quita las palabras
Nunca dichas
Y malditas
Mi corazón tiene voz
Con su presencia
Mi vuelo vuela
Mi amigo más cerca
Mi amigo más amigo
Mi wayqui querido
Me habla de que de hablas
És siempre bueno
Palabras nuevas
Benditas
De su voz poco sé
Su voz para mi són textos
Leyote escuchandote
Y te veo por las suyas palabras
És bonito en sus palabras
Vos para mi es extrañesa
Su imagen es extrañesa
Extrañesa de quien poço vi
Extrañesa de quien nunca vi
Tiene ojos que nos miran com extrañesa
Como dice un outro amigo
“Amigo es regalo de Dios”
En la urbanidad de su alma
En suyas calles y plazas
Caminando entre sus palabras
Dichas
Malditas
Benditas
Pezes del poema
Palabras de poema
Són como recheo de chocolate
Pipocas explodindo en la panela
Sangre de venas durante el amor
Pezes que nadan en la mar
Tienen el oceno para vivir
Libres són las palabras del poema
Escuchan de la mejor musica
De la musica de la mar
Són notas de partitura
Són tintas en obra de arte
Són hojas de arbol
Són nubenes en el cielo
Gotas de lluvia
Huegos de artifício
Caminar palabras
Por la mar de la poesia
Bailar en su valsa
Enamorar suas ideas
Beber en su ritmo
Palabras de poema
Són copas de vino
Pegadas del camino
Celulas de un cuerpo
Que canta la voz del poeta
Y llena de aire lo poema.
Peixes do poema
Palavras de poema
São como recheio de chocolate
Pipocas explodindo na panela
Sangue nas veias durante o amor
Peixes que nadam no mar
Têm o oceano para viver
Livres são as palavras do poema
Escutam da melhor musica
Da musica do mar
São notas de partitura
São tintas em obra de arte
São folhas de árvore
São nuvens no céu
Gotas de chuva
Fogos de artifício
Percorrer palavras
Pelo mar da poesia
Dançar sua valsa
Namorar suas idéias
Beber seu ritmo
Palavras de poema
São taças de vinho
Pegadas do caminho
Células de um corpo
Que cantam a voz do poeta
E enche de ar o poema.
Palabras de poema
Són como recheo de chocolate
Pipocas explodindo en la panela
Sangre de venas durante el amor
Pezes que nadan en la mar
Tienen el oceno para vivir
Libres són las palabras del poema
Escuchan de la mejor musica
De la musica de la mar
Són notas de partitura
Són tintas en obra de arte
Són hojas de arbol
Són nubenes en el cielo
Gotas de lluvia
Huegos de artifício
Caminar palabras
Por la mar de la poesia
Bailar en su valsa
Enamorar suas ideas
Beber en su ritmo
Palabras de poema
Són copas de vino
Pegadas del camino
Celulas de un cuerpo
Que canta la voz del poeta
Y llena de aire lo poema.
Peixes do poema
Palavras de poema
São como recheio de chocolate
Pipocas explodindo na panela
Sangue nas veias durante o amor
Peixes que nadam no mar
Têm o oceano para viver
Livres são as palavras do poema
Escutam da melhor musica
Da musica do mar
São notas de partitura
São tintas em obra de arte
São folhas de árvore
São nuvens no céu
Gotas de chuva
Fogos de artifício
Percorrer palavras
Pelo mar da poesia
Dançar sua valsa
Namorar suas idéias
Beber seu ritmo
Palavras de poema
São taças de vinho
Pegadas do caminho
Células de um corpo
Que cantam a voz do poeta
E enche de ar o poema.
Libro de Poesia
Libro de poesia es jardim
És orquestra sinfônica
Es banquete
Cada palabra un instrumento
Cada rima una flor
Cada verso un sabor
No se lê libro de poesia
Comese
Gusto de fruta madura
Olor de comida en el fuerno
Libro de poesia
Es pie carregado
Es mesa puesta
Es café de manana
Almuerzo, cena
Postre
Es banda de plaza
Musica de baño
Silbato de nino
Són los bem-te-vis de los bem-te-vis
Són los cocás de las galinas d´angola
No se lê libro de poesia
Escuchase
Llenarse de comer poesia
Llenarse de escuchar poesia
Es respirar
Aire puro
Libro de poesia es jardim
És orquestra sinfônica
Es banquete
Cada palabra un instrumento
Cada rima una flor
Cada verso un sabor
No se lê libro de poesia
Comese
Gusto de fruta madura
Olor de comida en el fuerno
Libro de poesia
Es pie carregado
Es mesa puesta
Es café de manana
Almuerzo, cena
Postre
Es banda de plaza
Musica de baño
Silbato de nino
Són los bem-te-vis de los bem-te-vis
Són los cocás de las galinas d´angola
No se lê libro de poesia
Escuchase
Llenarse de comer poesia
Llenarse de escuchar poesia
Es respirar
Aire puro
Casa da alma
A alma é a moradora do corpo
Não paga água, luz, condomínio e aluguel
Não paga internet e nem tv a pago
Mas vê de tudo
Por outros olhos
Com seus olhos.
Sofre com o corpo
As dores do corpo
Sofre o corpo
Suas dores
E se comungam
A alma
É aquela que passeia pelo corpo
Que voa pelo corpo
Que faz o corpo voar
Que deita no corpo
Que come e bebe o corpo vivo
Entre o céu e a terra
Põe-se a alma no corpo
E em seu berço
Sonha em um dia
Levar para sua casa
Sua casa
Seu corpo.
A alma é a moradora do corpo
Não paga água, luz, condomínio e aluguel
Não paga internet e nem tv a pago
Mas vê de tudo
Por outros olhos
Com seus olhos.
Sofre com o corpo
As dores do corpo
Sofre o corpo
Suas dores
E se comungam
A alma
É aquela que passeia pelo corpo
Que voa pelo corpo
Que faz o corpo voar
Que deita no corpo
Que come e bebe o corpo vivo
Entre o céu e a terra
Põe-se a alma no corpo
E em seu berço
Sonha em um dia
Levar para sua casa
Sua casa
Seu corpo.
Nuestra casa
El cuerpo es nuestra casa
Es tan nuestra casa
Que es nosotros mismos
El cuerpo es contemporaneo
Es auto-sustentable
Autonomo y poco poluente
Infra-estrutura completa
Pero, usado sin atencion
Contribui para los mas altos
Indices de poluicion del planeta
Puede poluir con pensamientos
Con palabras suyas
Gestios y sentimientos can mala intencion
Pero, nutre adonde pasa
Con pesamientos agradables
Palabras dichas con poesia
Gestios y sentimientos de amor
El cuerpo, en la verdad
Es hecho para lo abrazo
Lo restro es lucro
Con el cuerpo
Volamos sin alas
Los vuelos más altos
Casa de piel y hueso
Y sensaciones
Y vida
Nossa casa
O corpo é a nossa casa
É tão nossa casa
Que é nós mesmos
O corpo é contemporâneo
É auto-sustentável
Autônomo e pouco poluente
Infra-estrutura completa
Mas usado sem critério
Contribui para os mais altos
Índices de poluição do planeta
Pode poluir com pensamentos
Com palavras sujas
Gestos e sentimentos mal intencionados
Mas nutre por onde passa
Com pensamentos agradáveis
Palavras ditas com poesia
Gestos e sentimentos de amor
O corpo, na verdade
É feito para o abrazo
O resto é lucro
Com o corpo voamos sem asas
Os vôos mais altos
Casa de pele e osso
E sensações
E vida
El cuerpo es nuestra casa
Es tan nuestra casa
Que es nosotros mismos
El cuerpo es contemporaneo
Es auto-sustentable
Autonomo y poco poluente
Infra-estrutura completa
Pero, usado sin atencion
Contribui para los mas altos
Indices de poluicion del planeta
Puede poluir con pensamientos
Con palabras suyas
Gestios y sentimientos can mala intencion
Pero, nutre adonde pasa
Con pesamientos agradables
Palabras dichas con poesia
Gestios y sentimientos de amor
El cuerpo, en la verdad
Es hecho para lo abrazo
Lo restro es lucro
Con el cuerpo
Volamos sin alas
Los vuelos más altos
Casa de piel y hueso
Y sensaciones
Y vida
Nossa casa
O corpo é a nossa casa
É tão nossa casa
Que é nós mesmos
O corpo é contemporâneo
É auto-sustentável
Autônomo e pouco poluente
Infra-estrutura completa
Mas usado sem critério
Contribui para os mais altos
Índices de poluição do planeta
Pode poluir com pensamentos
Com palavras sujas
Gestos e sentimentos mal intencionados
Mas nutre por onde passa
Com pensamentos agradáveis
Palavras ditas com poesia
Gestos e sentimentos de amor
O corpo, na verdade
É feito para o abrazo
O resto é lucro
Com o corpo voamos sem asas
Os vôos mais altos
Casa de pele e osso
E sensações
E vida
Sentir a vida
Melhor que viver a vida
É sentir a vida
Sentir a vida
É viver a vida
E sentir a vida
É escutar com os ouvidos
Olhar com os olhos
Beijar com a boca
Tocar as mãos
Respirar com os pulmões
E sentir a vida
É pensar com a cabeça
E sentir com o coração
Andar com os pés
Caminhar dançando
E voar sem asas
E sentir a vida
É amar
E ser amado
E ser todo amor
E sentir a vida
É ser menino
Quando menino
É ser menino
Quando velhinho
Viver a vida
Sentir a vida
É se colocar só
Caminhar parado
Fazer de sua casa
De seu corpo
Uma capela silenciosa
Onde se guardam
Todos os mistérios
Do universo
Colocando em oração
Teus segredos
Amando-te em eterna
Profundidade
Olhando para fora
Desde seu interior
Melhor que viver a vida
É sentir a vida
Sentir a vida
É viver a vida
E sentir a vida
É escutar com os ouvidos
Olhar com os olhos
Beijar com a boca
Tocar as mãos
Respirar com os pulmões
E sentir a vida
É pensar com a cabeça
E sentir com o coração
Andar com os pés
Caminhar dançando
E voar sem asas
E sentir a vida
É amar
E ser amado
E ser todo amor
E sentir a vida
É ser menino
Quando menino
É ser menino
Quando velhinho
Viver a vida
Sentir a vida
É se colocar só
Caminhar parado
Fazer de sua casa
De seu corpo
Uma capela silenciosa
Onde se guardam
Todos os mistérios
Do universo
Colocando em oração
Teus segredos
Amando-te em eterna
Profundidade
Olhando para fora
Desde seu interior
Pão de queijo nosso de cada dia
Pão de queijo nosso de cada dia
Cafezinho com leite e rosquinha
Nos daí hoje
De manha e à tardinha
E a noitinha
Sopa de legumes com carninha.
Sorriso de menina
Sorri meu dia
Sorri meu riso
Sorri minha rima
Conta piada
Sem palavrão
Canta no seu violão
Canção de amor
Canção de amor
Canção de amor
Ao seu lado
Sou minino
Sou palhaço
Sou poeta
Sou artista
Bordando minha pintura
Pintando meu bordado
Anjinho sem asa
Voa em nosso céu
Sua bondade
Sua bondade
Sua bondade
Querida cumadi
Te empresto meu filho
E faça dele
Minino
Palhaço
Poeta
Artista
Bordando sua pintura
Pintando seu bordado
Amando com carinho
Acariciando com amor
Pão de queijo nosso de cada dia
Cafezinho com leite e rosquinha
Nos daí hoje
De manha e à tardinha
E a noitinha
Sopa de legumes com carninha.
Sorriso de menina
Sorri meu dia
Sorri meu riso
Sorri minha rima
Conta piada
Sem palavrão
Canta no seu violão
Canção de amor
Canção de amor
Canção de amor
Ao seu lado
Sou minino
Sou palhaço
Sou poeta
Sou artista
Bordando minha pintura
Pintando meu bordado
Anjinho sem asa
Voa em nosso céu
Sua bondade
Sua bondade
Sua bondade
Querida cumadi
Te empresto meu filho
E faça dele
Minino
Palhaço
Poeta
Artista
Bordando sua pintura
Pintando seu bordado
Amando com carinho
Acariciando com amor
Sou você
A sua beleza me viu nascer
A sua beleza me fez nascer
A sua beleza me fez beleza
Na sua graça cresci
Na sua mão vivi
No seu amor amei
Mãezinha minha
Beijo de rosa
Olhar de margarida
Fez-me ninar
Deu-me de comer
Deu-me de mamar
Viu meu primeiro passo
Escutou minha primeira frase
Deu-me vida
Deu-me tudo
Minha primeira mulher
A quem primeiro amei
Deu-me asas e voei
Hoje sou você
Sou seu beijo
Seu carinho
Seu colo
Seu abraço
Sua beleza
Seu amor
Sua paz
Sua vida
Seu por que
Planto você no meu jardim
E como seu fruto
E me faço grande
Forte
Gente
E sou melhor
E sou você
Sua paz
Seu amor.
A sua beleza me viu nascer
A sua beleza me fez nascer
A sua beleza me fez beleza
Na sua graça cresci
Na sua mão vivi
No seu amor amei
Mãezinha minha
Beijo de rosa
Olhar de margarida
Fez-me ninar
Deu-me de comer
Deu-me de mamar
Viu meu primeiro passo
Escutou minha primeira frase
Deu-me vida
Deu-me tudo
Minha primeira mulher
A quem primeiro amei
Deu-me asas e voei
Hoje sou você
Sou seu beijo
Seu carinho
Seu colo
Seu abraço
Sua beleza
Seu amor
Sua paz
Sua vida
Seu por que
Planto você no meu jardim
E como seu fruto
E me faço grande
Forte
Gente
E sou melhor
E sou você
Sua paz
Seu amor.
Mar no rio
Eu vi seu rosto na areia da praia
Óculos e bigode
Que a água do mar levou
Imagem de infância
Lembrança de minino
Do pai
Do herói
Um dia na areia da praia
Hoje nas pedras do rio
Amanha nas nuvens do céu
E depois e depois e depois?
Na minha vida
Seu caminho
Fez o meu
Me trouxe uma caminhada
Que eu ando e ando e ando
Já sei andar sozinho
No caminho
Que seu caminho
Na minha vida
Me fez
No caminho que te vejo
No seu e no meu
Sou minino
De mãos dadas
Com as suas mãos
Segurança
Confiança
Carinho
Amor
Beijo de bigode
Na areia da praia
Nas pedras do rio
Abraço de pai
Proteção eterna
Fortaleza
Sentir-se grande
Mesmo que minino
O gol que marco
Na vida é seu
Meu nome Marco
Na vida é seu
Mais um mar
Mais um rio
Mais um nio
Mar no rio
Marconio
Eu vi seu rosto na areia da praia
Óculos e bigode
Que a água do mar levou
Imagem de infância
Lembrança de minino
Do pai
Do herói
Um dia na areia da praia
Hoje nas pedras do rio
Amanha nas nuvens do céu
E depois e depois e depois?
Na minha vida
Seu caminho
Fez o meu
Me trouxe uma caminhada
Que eu ando e ando e ando
Já sei andar sozinho
No caminho
Que seu caminho
Na minha vida
Me fez
No caminho que te vejo
No seu e no meu
Sou minino
De mãos dadas
Com as suas mãos
Segurança
Confiança
Carinho
Amor
Beijo de bigode
Na areia da praia
Nas pedras do rio
Abraço de pai
Proteção eterna
Fortaleza
Sentir-se grande
Mesmo que minino
O gol que marco
Na vida é seu
Meu nome Marco
Na vida é seu
Mais um mar
Mais um rio
Mais um nio
Mar no rio
Marconio
Flores en el pelo
Plantei flores
Reguei choro de lluvia
Nos cabelos de flores
De su bela hermosa mama
Campos de jardim
Colhi as flores
Que a tempo não cheirava
Plantadas por suas mãos
Colidas com paixão
Mãe de chico loco
Menino das garrafas
Garrafas sem tampas
Em la fabrica
Donde trabajaba vos
Com su papa
Abrindo a las garrafas
Com las tampillas em el techo
Llegaba al topo del universo
Juego de chico
Tan hermosito
Recibi uma pizza sin um pedazo
Aquel que comiste
Mato su hambre
Comi com su tio
Y sus fuertes y grandes amigos
Em el bar estupido
No pagamos la mala la cuenta
Tomamos todas las cervas
Del hijo de puta
Que tu verba le debia
Lo dejamos borrados
Com nuestra cara mal encarada
Lê llamo em el telefono
Com corto culo em la mano
Y lê dijo bajito
Viene que la verda le doy
Entré em el bano
Que no limpiaste
Vomite la triste pizza
Y borre el vaso com mi caca
Y sonri mucho
Contigo y por ti
Su abrazo divino
Carrega em mi cuerpo
Su buena energia
Dame placer su presencia
Ojos de gato
Pelo de leon
Rei de la selva
Dueno de las piedras
Hace dibujo em las piedras de mi cuerpo
Deja encravado su mensage
Que la llevo para todo el mundo
La su piedra em la hacienda
Del hombre loco
Ella es suya es del mundo
Calendário de su tiempo
Marca sus caminos
Marca sus sonrisas
Marca em el destino
Sus sacrifícios
De traer para la vida
Mistérios antiguos
De los antiguos
Los más antiguos
Somos de las cavernas
Em las cavernas
Nadando em el água
Buscando em los dibujos
Nuestros nombres
Nuestros horrores
De vida buen vivida
Estoy em la casa de dientes
De los ratitos locos
Tomando la leche
Su diente
Escucho por el tus secretos
Y me espanto
Me espanto com sus pensamientos
Hermosura em tempos de cólera
Amorzito que come queso
Papai noel no hay
Castillos de dientes tampoco
Tambien las fantasias de su mama
Pero que hay em esto mundo
Sino nuestras historias locas
Invenciones para vivir el tiempo?
Sin prisa
sin rima
Plantei flores
Reguei choro de lluvia
Nos cabelos de flores
De su bela hermosa mama
Campos de jardim
Colhi as flores
Que a tempo não cheirava
Plantadas por suas mãos
Colidas com paixão
Mãe de chico loco
Menino das garrafas
Garrafas sem tampas
Em la fabrica
Donde trabajaba vos
Com su papa
Abrindo a las garrafas
Com las tampillas em el techo
Llegaba al topo del universo
Juego de chico
Tan hermosito
Recibi uma pizza sin um pedazo
Aquel que comiste
Mato su hambre
Comi com su tio
Y sus fuertes y grandes amigos
Em el bar estupido
No pagamos la mala la cuenta
Tomamos todas las cervas
Del hijo de puta
Que tu verba le debia
Lo dejamos borrados
Com nuestra cara mal encarada
Lê llamo em el telefono
Com corto culo em la mano
Y lê dijo bajito
Viene que la verda le doy
Entré em el bano
Que no limpiaste
Vomite la triste pizza
Y borre el vaso com mi caca
Y sonri mucho
Contigo y por ti
Su abrazo divino
Carrega em mi cuerpo
Su buena energia
Dame placer su presencia
Ojos de gato
Pelo de leon
Rei de la selva
Dueno de las piedras
Hace dibujo em las piedras de mi cuerpo
Deja encravado su mensage
Que la llevo para todo el mundo
La su piedra em la hacienda
Del hombre loco
Ella es suya es del mundo
Calendário de su tiempo
Marca sus caminos
Marca sus sonrisas
Marca em el destino
Sus sacrifícios
De traer para la vida
Mistérios antiguos
De los antiguos
Los más antiguos
Somos de las cavernas
Em las cavernas
Nadando em el água
Buscando em los dibujos
Nuestros nombres
Nuestros horrores
De vida buen vivida
Estoy em la casa de dientes
De los ratitos locos
Tomando la leche
Su diente
Escucho por el tus secretos
Y me espanto
Me espanto com sus pensamientos
Hermosura em tempos de cólera
Amorzito que come queso
Papai noel no hay
Castillos de dientes tampoco
Tambien las fantasias de su mama
Pero que hay em esto mundo
Sino nuestras historias locas
Invenciones para vivir el tiempo?
Sin prisa
sin rima
GUINOMINHO VERDE DO SABER
QUE POVOA FLORESTA ENCANTADA
CANTA MUSICA DE BRISA
TRAGA NA SUA CESTA DE BIGODES DE GATO
TODAS AS MIL CORES DO ARCO-ÍRIS
PASSARINHOS AMARELOS
ASAS DE BORBOLETA
CHEIROS DE FLOR
SABOR DE HELVA BRANCA
SEJA FRUTA MADURA
E QUE O DOCE DE SUA PRESENÇA
SEJA NOITES DE CÉU ESTRELADO
LUA BRANCA ENTRE GALHOS DE VELHAS ÁRVORES
SOL LARANJA
RAIOS DE AGUAS
RIOS E SUAS PEDRAS
PEDRAS E SEUS RIOS
E NA MINHA NOITE ESCURA
SUAS FADAS FAZEM A FESTA DO AMOR
ENTRE GUINOMINHOS VERDES DO SABER
ENTRE CANTOS DE SEREIA
ENTRE MISTERIOS E FANTASIAS
ENTRE SONHOS E REALIDADES
SEGREDOS QUE SÓ VOCE CONHECE
SORRISOS QUE SÓ VOCE NOS OFERECE
ESCUTO DOS SEUS OLHOSSUA ALMA DIZER PALAVRAS DE AMOR
DERRAMAR AGUAS DE PROSA RIMA E POESIA
E COM ELAS FAÇO ESTE FALSO SONETO
SEM RIMA E COMPASO
PARA QUE NELE ENCONTRA MINHA MUSICA
E NELA DANCE DO SEU JEITO
A VALSA DO CIRCO BRINCANTE
QUE SUAS PALHAÇADAS SEJAM RISO
DE CRIANÇA
E QUE SUA MAGIA
ESPANTE OS OLHOS
DE QUEM NÃO CRÊ NA VIDA
QUE POVOA FLORESTA ENCANTADA
CANTA MUSICA DE BRISA
TRAGA NA SUA CESTA DE BIGODES DE GATO
TODAS AS MIL CORES DO ARCO-ÍRIS
PASSARINHOS AMARELOS
ASAS DE BORBOLETA
CHEIROS DE FLOR
SABOR DE HELVA BRANCA
SEJA FRUTA MADURA
E QUE O DOCE DE SUA PRESENÇA
SEJA NOITES DE CÉU ESTRELADO
LUA BRANCA ENTRE GALHOS DE VELHAS ÁRVORES
SOL LARANJA
RAIOS DE AGUAS
RIOS E SUAS PEDRAS
PEDRAS E SEUS RIOS
E NA MINHA NOITE ESCURA
SUAS FADAS FAZEM A FESTA DO AMOR
ENTRE GUINOMINHOS VERDES DO SABER
ENTRE CANTOS DE SEREIA
ENTRE MISTERIOS E FANTASIAS
ENTRE SONHOS E REALIDADES
SEGREDOS QUE SÓ VOCE CONHECE
SORRISOS QUE SÓ VOCE NOS OFERECE
ESCUTO DOS SEUS OLHOSSUA ALMA DIZER PALAVRAS DE AMOR
DERRAMAR AGUAS DE PROSA RIMA E POESIA
E COM ELAS FAÇO ESTE FALSO SONETO
SEM RIMA E COMPASO
PARA QUE NELE ENCONTRA MINHA MUSICA
E NELA DANCE DO SEU JEITO
A VALSA DO CIRCO BRINCANTE
QUE SUAS PALHAÇADAS SEJAM RISO
DE CRIANÇA
E QUE SUA MAGIA
ESPANTE OS OLHOS
DE QUEM NÃO CRÊ NA VIDA
Águas de amor
Tu corazón
Es como un rio
Donde pasan las barcas
Con sus caminos
Me traen las águas
Que me acienden el alma
Y me ponen vivo
Y todo el mar
Que deságuo mi lecho
Es de dulce su beso
Y manso el cariño
Reciben con ojos
De ondas de amor
Mi sufrido cansacio
Y el cantar
Del caminante
Canta mi dolor
Y me lleva las noches
Donde eres la reina
De mis pensamientos
De mis sentimientos
Y sin ti
No puedo
Sintir su calor
Su abrazo divino
Su cuerpo desnudo
Y me sinto tan solo
en dias de frio
Bebiendo el água
De mi vaso vacio.
Tu corazón
Es como un rio
Donde pasan las barcas
Con sus caminos
Me traen las águas
Que me acienden el alma
Y me ponen vivo
Y todo el mar
Que deságuo mi lecho
Es de dulce su beso
Y manso el cariño
Reciben con ojos
De ondas de amor
Mi sufrido cansacio
Y el cantar
Del caminante
Canta mi dolor
Y me lleva las noches
Donde eres la reina
De mis pensamientos
De mis sentimientos
Y sin ti
No puedo
Sintir su calor
Su abrazo divino
Su cuerpo desnudo
Y me sinto tan solo
en dias de frio
Bebiendo el água
De mi vaso vacio.
Caminos de flor
Y me pongo entonces a escribirte
Vamos a ver hasta donde va mi voz
Hasta donde tengo palabras
Hasta donde va mi inspiracion
Pues con el corazon tengo intimidad
Con la mente tal vez un poco de control
Pero mi corazon sin control se queda todo
Cuando te mira
Y controlada mi mente se pone a acompanar lo que diz mi corazon
Cuando te mira
Y con palabras de amor
Llena el papel de flor
Los caminos hechos me llevan a conocer lo que no conozco
Lo que siento por vos
Un jardin muy lindo, hermosito
Con cada batida de mi corazon pensando en vos
Se hace un vuelo de mariposa
Y mas una
Una nuve com forma de unicórnio
Mas otra
Una palomita blanca
Y este mundo loco se pone lleno de vida
De vida me pongo cuando mi corazon piensa en vos
Y me pongo entonces a escribirte
Vamos a ver hasta donde va mi voz
Hasta donde tengo palabras
Hasta donde va mi inspiracion
Pues con el corazon tengo intimidad
Con la mente tal vez un poco de control
Pero mi corazon sin control se queda todo
Cuando te mira
Y controlada mi mente se pone a acompanar lo que diz mi corazon
Cuando te mira
Y con palabras de amor
Llena el papel de flor
Los caminos hechos me llevan a conocer lo que no conozco
Lo que siento por vos
Un jardin muy lindo, hermosito
Con cada batida de mi corazon pensando en vos
Se hace un vuelo de mariposa
Y mas una
Una nuve com forma de unicórnio
Mas otra
Una palomita blanca
Y este mundo loco se pone lleno de vida
De vida me pongo cuando mi corazon piensa en vos
Batió en mi puerta
La poesia batió en la puerta de mi cuarto
Y mi dió flores de su jardim
Y mi dió aguas de la mar de sus ojos
Y mi dio rosas de su boca roja
Y mi dió estrellas de su alma
Mi dió las carícias de sus manos
Y mi dió el barro de su cuerpo
Y mi dió el placer de su sexo
Y mi dió las pérolas de sus senos
Y mi dió por completo su amor
y hizo campos
Y hizo oceanos
Un obra de arte
Y hizo universio
Y hizo vuelo
Mujer mia, mi costilla
Y hizo explosion
Y hizo joyas
Respiré aire puro
Contigo en mi cuerpo
Bailé la valsa del espanto
Espanto que solo con amor es posible
En la vida nuestra
En la vida mia
En la vida vida
En la vida sueño
En la vida luna
En la vida vida
La poesia batió en la puerta de mi cuarto
Y mi dió flores de su jardim
Y mi dió aguas de la mar de sus ojos
Y mi dio rosas de su boca roja
Y mi dió estrellas de su alma
Mi dió las carícias de sus manos
Y mi dió el barro de su cuerpo
Y mi dió el placer de su sexo
Y mi dió las pérolas de sus senos
Y mi dió por completo su amor
y hizo campos
Y hizo oceanos
Un obra de arte
Y hizo universio
Y hizo vuelo
Mujer mia, mi costilla
Y hizo explosion
Y hizo joyas
Respiré aire puro
Contigo en mi cuerpo
Bailé la valsa del espanto
Espanto que solo con amor es posible
En la vida nuestra
En la vida mia
En la vida vida
En la vida sueño
En la vida luna
En la vida vida
La luna nueva
si la noche me deja la luna llena
vacia de blanco
me pongo a verte
como las estrellas pueden verse
con el brillo caliente del sol
una luz como se fuera su propia
y al verte
puedo escuchar lo que quiere decir su cuerpo
en su bailado de arbol
en el viento de fines de tarde
despediendose del dia
extrañando ya profudamente el cielo azul
el cielo que lo dá
los pajaros y mariposas
y los chicos
pues la noche solo trae la luna
sin su propio brillo
llena de sol
que ilumina su melancolia
y lo pide que al menos no llore
por eso, solo en noches de luna nueva
se puede escuchar lo obscuro lloro de la luna
pues como la luna
nos hacen llorar la vida
y al sentirme luna
me gusta estar cerca del sol
adonde puedo aquecerme
sin esconderme de mi propia obscuridad
en mis negros ojos cielo sin la luna.
si la noche me deja la luna llena
vacia de blanco
me pongo a verte
como las estrellas pueden verse
con el brillo caliente del sol
una luz como se fuera su propia
y al verte
puedo escuchar lo que quiere decir su cuerpo
en su bailado de arbol
en el viento de fines de tarde
despediendose del dia
extrañando ya profudamente el cielo azul
el cielo que lo dá
los pajaros y mariposas
y los chicos
pues la noche solo trae la luna
sin su propio brillo
llena de sol
que ilumina su melancolia
y lo pide que al menos no llore
por eso, solo en noches de luna nueva
se puede escuchar lo obscuro lloro de la luna
pues como la luna
nos hacen llorar la vida
y al sentirme luna
me gusta estar cerca del sol
adonde puedo aquecerme
sin esconderme de mi propia obscuridad
en mis negros ojos cielo sin la luna.
Cielo sin nube
Tengo miedo de llegar cerca
De tu corazón bondoso
Lleno de paz y sereno
Amoroso
Eres una naciente de rio
Lleno de pez
Hago cariño en su pelo
Y dame una sonrisa
De gato recien nacido
Cielo azul sin nube
Haga de mi cielo
Menos obscuro
Con sus estrellas de luz
Y vuelas conmigo
Por los misterios de la vida
La calma de su mirada
Me hace parar
Me hace mirar las flores
Con más respeto
Y los mistérios de la vida
Me són más simples
Donde estan sus alas?
Como es su vuelo?
De que poema
Hás venido?
No eres fuerte
Eres presencia
No eres fuerte
Eres canto
No eres fuerte
Eres dibujo de niño
Eres tan leve
Que no veo sus pisadas
Y los caminos que haces
Mi camino los cruza
Y hacemos de ello
Una estrada sin destino
Sin porque
Sin piedras
Solo flores
Y verde
Y mariposas amarillas
El mundo es suyo
Asi como las alas son de la paloma
Quiero tenerte siempre
En mis recordos
De los buenos y puros momientos
En la grandeza de la vida
Y en la pequenez del alma
Mi amistad es lo mucho
Que puedo darte
Pero, es mi mejor parte
Gracias por hacerse
Brisa en el pelo
Sol en la piel
Canto de pajaro
Beso de pica-flor
Palabras de sábio
Cariño de abuelo
Abrazo de niño
Tengo miedo de llegar cerca
De tu corazón bondoso
Lleno de paz y sereno
Amoroso
Eres una naciente de rio
Lleno de pez
Hago cariño en su pelo
Y dame una sonrisa
De gato recien nacido
Cielo azul sin nube
Haga de mi cielo
Menos obscuro
Con sus estrellas de luz
Y vuelas conmigo
Por los misterios de la vida
La calma de su mirada
Me hace parar
Me hace mirar las flores
Con más respeto
Y los mistérios de la vida
Me són más simples
Donde estan sus alas?
Como es su vuelo?
De que poema
Hás venido?
No eres fuerte
Eres presencia
No eres fuerte
Eres canto
No eres fuerte
Eres dibujo de niño
Eres tan leve
Que no veo sus pisadas
Y los caminos que haces
Mi camino los cruza
Y hacemos de ello
Una estrada sin destino
Sin porque
Sin piedras
Solo flores
Y verde
Y mariposas amarillas
El mundo es suyo
Asi como las alas son de la paloma
Quiero tenerte siempre
En mis recordos
De los buenos y puros momientos
En la grandeza de la vida
Y en la pequenez del alma
Mi amistad es lo mucho
Que puedo darte
Pero, es mi mejor parte
Gracias por hacerse
Brisa en el pelo
Sol en la piel
Canto de pajaro
Beso de pica-flor
Palabras de sábio
Cariño de abuelo
Abrazo de niño
mugrila meu giro, amigo murilo
amigo, uma vez me disse que sou guerreiro
esta certo
mas quem luta sempre é vc
estou acordado nessa manha que nao acaba
05 da manha
e a cama parece uma boate
na verdade
é bom escrever
e sei disso por vc
vc
o cara das letras
palavras soltas
mãos que sabem voar
e de dizeres me parece ser feito todo seu caminho
seguir-te
é como palavras
arrotar as, bes, jotas e ypisilones,
vomitar pensamentos
suar virgulas, pontos, dois, tres, quatros pontos
corpo feito de livro
vc é meu livro de cabeceira
te amo amigo
nao sei porque
só sei que a vida é assim
nem quero saber de porques
nem entender o que nao se entende
só quero saber de viver
sabendo que viver ao seu lado
é saber que vida é feita de amigos
amigo, uma vez me disse que sou guerreiro
esta certo
mas quem luta sempre é vc
estou acordado nessa manha que nao acaba
05 da manha
e a cama parece uma boate
na verdade
é bom escrever
e sei disso por vc
vc
o cara das letras
palavras soltas
mãos que sabem voar
e de dizeres me parece ser feito todo seu caminho
seguir-te
é como palavras
arrotar as, bes, jotas e ypisilones,
vomitar pensamentos
suar virgulas, pontos, dois, tres, quatros pontos
corpo feito de livro
vc é meu livro de cabeceira
te amo amigo
nao sei porque
só sei que a vida é assim
nem quero saber de porques
nem entender o que nao se entende
só quero saber de viver
sabendo que viver ao seu lado
é saber que vida é feita de amigos
"enriquece meu espirito"
isso é frase de poeta
seu poeta está acordando
do seu sono profundo
da sua alienação
estupidez absurda
seu poeta está acordando de sono roubado
rendendo-se a si mismo
pois, sonho de poeta
é água que dissolve beleza
é poesia perdida nas nuvens
fumaça que se espalha
cera de vela derretida
sonho de poeta é palavra sem voz
som mudo
olhar sem foco
ouvido atrás de explosão
que não se escuta
deixa seu poeta acordar seu sono bandido
deixa-o beber de sua alma
ficar bêbado de sim mesmo
barriga cheia de Leandro
deixo-o roubar-te
tirar-te de sue corpo
e tirando-se de sue corpo
ocupar-se de seu ser
e ser todo ele
e sendo todo ele
esvaziar-te por completo
e como vulcão
cuspir bravamente
lavas de poesia
palavras que queimam na alma
mistérios profundos
de sonhos esquecidos.
isso é frase de poeta
seu poeta está acordando
do seu sono profundo
da sua alienação
estupidez absurda
seu poeta está acordando de sono roubado
rendendo-se a si mismo
pois, sonho de poeta
é água que dissolve beleza
é poesia perdida nas nuvens
fumaça que se espalha
cera de vela derretida
sonho de poeta é palavra sem voz
som mudo
olhar sem foco
ouvido atrás de explosão
que não se escuta
deixa seu poeta acordar seu sono bandido
deixa-o beber de sua alma
ficar bêbado de sim mesmo
barriga cheia de Leandro
deixo-o roubar-te
tirar-te de sue corpo
e tirando-se de sue corpo
ocupar-se de seu ser
e ser todo ele
e sendo todo ele
esvaziar-te por completo
e como vulcão
cuspir bravamente
lavas de poesia
palavras que queimam na alma
mistérios profundos
de sonhos esquecidos.
amigo, amigo igor
amigo, gran amigo igor
aquel que me ahce crianza siempre
nino de corazon brincante
somos colegas de una eterna infancia
que no se cerra
que no se muere
que se nace
siempre
pues la belleza de nuestros ojos
que nace de nuestros corazones
conpartillan de la mis alegria de vivir
somos ninos
pajaros en dia de cielo azul
le envio un e-mail que escribi ahorita a una de mis buenos amigos como vos
y como vos
me hace sentirme un artista
un hombre de las colores
de la poesia
de la musica hecha de mar
pues el mar toma todo
musica, amigo
musica es mar
imagina cada ola en alto mar
como un sonido
una nota musical
un violin
un piano
una flauta
imagina cada ola en alto mar
como la mano de un maestro
y en lo silencio del mar
Dios
haciendo cancion en alto mar
musica es mar
por eso sintome un pez
pues nadar en musica
es dejar la vida comerte vivo.
amigo, gran amigo igor
aquel que me ahce crianza siempre
nino de corazon brincante
somos colegas de una eterna infancia
que no se cerra
que no se muere
que se nace
siempre
pues la belleza de nuestros ojos
que nace de nuestros corazones
conpartillan de la mis alegria de vivir
somos ninos
pajaros en dia de cielo azul
le envio un e-mail que escribi ahorita a una de mis buenos amigos como vos
y como vos
me hace sentirme un artista
un hombre de las colores
de la poesia
de la musica hecha de mar
pues el mar toma todo
musica, amigo
musica es mar
imagina cada ola en alto mar
como un sonido
una nota musical
un violin
un piano
una flauta
imagina cada ola en alto mar
como la mano de un maestro
y en lo silencio del mar
Dios
haciendo cancion en alto mar
musica es mar
por eso sintome un pez
pues nadar en musica
es dejar la vida comerte vivo.
Al son de mi cuerpo
Wayqui, meu amigo,
paso la manana de la madrugada al son de mi cuerpo
y mi cuerpo es todo hecho de mozart
y su violin está en mi alma
está en mi cuerpo
es lo sonido de mis celulas
es la valsa de mis sentidos
es la danza de mi respiracion
lo que pasa es que ya son las 4 y media de la manana
y la noche me come vivo
há, pero como te queria decirte eso
"la noche me come vivo"
cuanta poesia ha en esta frase
pero en realidad
la cama me come vivo
rumina mi sueno
y me hace de ojos abiertos
abiertos para lo obscuro de mi dormitorio
y mozart me entra por mi cuerpo
y soy todo sentidos
y me pongo a escribirte
porque escribirme seria
cerrar la cancion de lo violin de mi cuerpo
y mi cuerpo seria todo un sonido de una voz al nada
y lo violin de mozart me pone a decir que la vida
la vida, amigo
es lo silencio del violin de mozart en nuestro cuerpo
y hecho de silencio
escucho la vida
deciendome
quedate un poco
deja que la noche te coma vivo
y rumine tu propio ser
para que el sepa
que en la realidad
la noche vale mas que todo que tienes
sus ropas
sus sapatos dorados
sus manos hechas para hacer
sus piernas hechas para vuelar
pues en las noches las estrellas brillan mas que el sol del dia
pues la cancion que hacen
son como violin lloroso
lacrimoso
que dibuja en el cielo
canciones de hacer dormir
y si no duermes
es porque no dejas que la noche le coma vivo
y que al comerte vivo
la noche deja al menos en su cielo
y sus estrellas
lo brillo de su cancion, amigo
su violin que llora su vida
que llora la cancion de su cuerpo
Wayqui, meu amigo,
paso la manana de la madrugada al son de mi cuerpo
y mi cuerpo es todo hecho de mozart
y su violin está en mi alma
está en mi cuerpo
es lo sonido de mis celulas
es la valsa de mis sentidos
es la danza de mi respiracion
lo que pasa es que ya son las 4 y media de la manana
y la noche me come vivo
há, pero como te queria decirte eso
"la noche me come vivo"
cuanta poesia ha en esta frase
pero en realidad
la cama me come vivo
rumina mi sueno
y me hace de ojos abiertos
abiertos para lo obscuro de mi dormitorio
y mozart me entra por mi cuerpo
y soy todo sentidos
y me pongo a escribirte
porque escribirme seria
cerrar la cancion de lo violin de mi cuerpo
y mi cuerpo seria todo un sonido de una voz al nada
y lo violin de mozart me pone a decir que la vida
la vida, amigo
es lo silencio del violin de mozart en nuestro cuerpo
y hecho de silencio
escucho la vida
deciendome
quedate un poco
deja que la noche te coma vivo
y rumine tu propio ser
para que el sepa
que en la realidad
la noche vale mas que todo que tienes
sus ropas
sus sapatos dorados
sus manos hechas para hacer
sus piernas hechas para vuelar
pues en las noches las estrellas brillan mas que el sol del dia
pues la cancion que hacen
son como violin lloroso
lacrimoso
que dibuja en el cielo
canciones de hacer dormir
y si no duermes
es porque no dejas que la noche le coma vivo
y que al comerte vivo
la noche deja al menos en su cielo
y sus estrellas
lo brillo de su cancion, amigo
su violin que llora su vida
que llora la cancion de su cuerpo
Amigos conocen sus amigos
Amigos, tengan un buen dia
En la vida
Hay los que hay que se conocer
Hay los que ya se conocen
Sin se conocerem
Ya se conocian
Sin nos conocermos
Ya nos conociamos
Teniamos que nos conocer desde siempre
Amigos por toda eternidad
Sin exagero
Hermanos de la naturelaza
Cada uno con sus solucionáticas improbables
Cada uno con sus cielos de estrellas de luz
Cada uno lleno de filosofaciones que a nada lleva a nada
Pero, cada uno presiente en su belleza
Listo para vivir
En la vida y en la muerte
En la vida póst muerte
En la muerte póst vida
Vosostos me hacen recordar quien soy
Carloncho
Jairo
Santiago
Wayquis eternos
Los respecto como se respecta a los angeles
Amigos, tengan un buen dia
En la vida
Hay los que hay que se conocer
Hay los que ya se conocen
Sin se conocerem
Ya se conocian
Sin nos conocermos
Ya nos conociamos
Teniamos que nos conocer desde siempre
Amigos por toda eternidad
Sin exagero
Hermanos de la naturelaza
Cada uno con sus solucionáticas improbables
Cada uno con sus cielos de estrellas de luz
Cada uno lleno de filosofaciones que a nada lleva a nada
Pero, cada uno presiente en su belleza
Listo para vivir
En la vida y en la muerte
En la vida póst muerte
En la muerte póst vida
Vosostos me hacen recordar quien soy
Carloncho
Jairo
Santiago
Wayquis eternos
Los respecto como se respecta a los angeles
Las barcas de mis venas
Mi alma
Es vuelo
En mi barro
Haciendose palabras
En un mundo
Hecho de palabras
Donde mi locura
Es la lucidez
Del sopro
Divino
Y ni quiero
Que en el vuelo
De mi alma
Las palabras
No tengan sonido
Ni color
Que el rio
De palabras
Abran caminos
Tortos
Por las venas
De mi barro
Que el sopro
Divino
Sea la brisa
Que hace carino
En mis barcas
Aciendo versos
Por las águas
De mi corazon
Cancion
De ninar ninos
Y que mi boca
Sea fuente
De eterna sabedoria
Limpia
Y pura
Y la boca
De mi amada
Pueda escuchar
La cancion
De mis barcas.
Mi alma
Es vuelo
En mi barro
Haciendose palabras
En un mundo
Hecho de palabras
Donde mi locura
Es la lucidez
Del sopro
Divino
Y ni quiero
Que en el vuelo
De mi alma
Las palabras
No tengan sonido
Ni color
Que el rio
De palabras
Abran caminos
Tortos
Por las venas
De mi barro
Que el sopro
Divino
Sea la brisa
Que hace carino
En mis barcas
Aciendo versos
Por las águas
De mi corazon
Cancion
De ninar ninos
Y que mi boca
Sea fuente
De eterna sabedoria
Limpia
Y pura
Y la boca
De mi amada
Pueda escuchar
La cancion
De mis barcas.
Rainha de Bogotá
Faça do meu coração seu reino
Rainha de Bogotá
Coroa de pedra turquesa
Dourada pelas ondas do mar
Brincos de rosa vitória régia
Danço a salsa que balança seu ventre
E me ajoelho diante de sua majestade
Sou seu bobo da corte
Receba meu riso no seu sorriso
Seja rainha do meu coração
E governe meus campos floridos
Traga borboletas e cheiro de flor
E povoe com boas novas minhas terras
Meu céu de estrelas
Acenda meu sol
E tome conta do meu trono
Nas ordens da sua lei
Sou o súdito que te venera
Sou a plebe que cerca seus muros
Guardião das suas torres
Defendo seu forte com as asmas do amor
Protejo as águas dos seus olhos
Sua sede por dias melhores
Sou seu povo
Sou sua morada
No seu carinho
Tenho paz
Tenho guarda
Faça do meu coração seu reino
Rainha de Bogotá
Coroa de pedra turquesa
Dourada pelas ondas do mar
Brincos de rosa vitória régia
Danço a salsa que balança seu ventre
E me ajoelho diante de sua majestade
Sou seu bobo da corte
Receba meu riso no seu sorriso
Seja rainha do meu coração
E governe meus campos floridos
Traga borboletas e cheiro de flor
E povoe com boas novas minhas terras
Meu céu de estrelas
Acenda meu sol
E tome conta do meu trono
Nas ordens da sua lei
Sou o súdito que te venera
Sou a plebe que cerca seus muros
Guardião das suas torres
Defendo seu forte com as asmas do amor
Protejo as águas dos seus olhos
Sua sede por dias melhores
Sou seu povo
Sou sua morada
No seu carinho
Tenho paz
Tenho guarda
Secretos em piedra piel
presencia de amigo
es olor de flor
regalo de Dios
los buenos amigos
son dibujos en piedras antiguas
donde estan crabados
algunos de nuestros
secretos
los buenos amigos
nos entregan sus cuerpos
para guardar en dulce piel
nuestros secretos
en nuestra lengua
hay los que estan
para decifrar estos secretos
y los quitan en delicatos
panos de seda
y con la miel de su voz
nos hablan nuestros secretos
hay amigos grabadores de secretos
estos son los poetas
hay amigos guardadores de secretos
estos son libros de poemas
y hay los rebeladores de secretos
estos son la voz de lo viento de los poemas
presencia de amigo
es olor de flor
regalo de Dios
los buenos amigos
son dibujos en piedras antiguas
donde estan crabados
algunos de nuestros
secretos
los buenos amigos
nos entregan sus cuerpos
para guardar en dulce piel
nuestros secretos
en nuestra lengua
hay los que estan
para decifrar estos secretos
y los quitan en delicatos
panos de seda
y con la miel de su voz
nos hablan nuestros secretos
hay amigos grabadores de secretos
estos son los poetas
hay amigos guardadores de secretos
estos son libros de poemas
y hay los rebeladores de secretos
estos son la voz de lo viento de los poemas
Meus campos dormem
Meus campos se deitaram em tuas terras
E fizestes carinho em meu jardim
E florescestes em meu verde
E como borboleta semeou minha natureza
Seu barro fertilizou meus vegetais
Se fez rio e matou minha sede
Se fez chuva e lavou meu suor
Colheu meu fruto
Comeu meu sabor
Dou-te como alimento
O que planto em sua vida
E faz viva minha vida
E faz verde meu verde
Meus campos se deitaram em tuas terras
E fizestes carinho em meu jardim
E florescestes em meu verde
E como borboleta semeou minha natureza
Seu barro fertilizou meus vegetais
Se fez rio e matou minha sede
Se fez chuva e lavou meu suor
Colheu meu fruto
Comeu meu sabor
Dou-te como alimento
O que planto em sua vida
E faz viva minha vida
E faz verde meu verde
Los poemas que hago
Los poemas que hago
Son de la noche sus paciones
Y del dia sus ilusiones
La noche el ritmo sufrido
Una larga dolor de amor
Uma brisa fria que no se pasa
El dia ya solo trae la filosofia
Las buans liciones
La clareza de las cosas
Los oscuro nos comive
No hace enamorar
Pues a la luna la dieran
La melancolia del cantar
Y el cielo claro nos pone
A vuelar em nuestros
Propios deseos....
Los poemas que hago
Son de la noche sus paciones
Y del dia sus ilusiones
La noche el ritmo sufrido
Una larga dolor de amor
Uma brisa fria que no se pasa
El dia ya solo trae la filosofia
Las buans liciones
La clareza de las cosas
Los oscuro nos comive
No hace enamorar
Pues a la luna la dieran
La melancolia del cantar
Y el cielo claro nos pone
A vuelar em nuestros
Propios deseos....
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