o trem que vai passar tao distante de si mas conectado a mim ao trilho
quarta-feira, 2 de julho de 2008
E nos seus braços me pus de novo e de novo na noite em ti, meu amor
Na janela que há nos seus olhos vejo a luz da manhã que entardece a janela dos olhos do seu quarto
no riso do improviso eu beijo de sumiço e faço rebuliço
segunda-feira, 30 de junho de 2008
confiar na vida é como comer de olhso fechados aquilo que nos oferencem "amar o que vem à praia" já dizia ser o que já se é tao verde como o nascer de uma folha.
domingo, 27 de abril de 2008
Poesia-me Encanta-me Com seu ama-me
Nao me deixe pela metade Como que caminhando Só com as pernas Não pudesse ver(me) O que com o que me falta Talvez um pouco dos olhos Talvez um pouco das maos Talvez sem comer com a boca
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Não se esquecer do riso que sem tem E lembrar de renaSer no riso que se tem É um pouco querer respeitar-se Querer ponerse vivo ReVivenciarse
O bicho do meu riso Se estende além do seu risco E se estende do inciso Por conta propria e sem risco
Pois ele é para ele Uma visão de felicidade Ele é nele mesmo Um querer de ser O que nele se é Mesmo não querendo